Banca & Finanças CGD reduz capital da sociedade de capital de risco
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CGD reduz capital da sociedade de capital de risco

A CGD diz que a sociedade de capital de risco tinha capital em excesso, pelo que reduziu o capital aí alocado, desviando para outras entidades.
CGD reduz capital da sociedade de capital de risco
Miguel Baltazar
Diogo Cavaleiro 07 de agosto de 2017 às 22:20

A Caixa Geral de Depósitos reduziu o capital da sua sociedade de capital de risco. O banco público justifica a diminuição de 12 milhões de euros com a capitalização "excedentária", o que permitiu

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mais votado Anónimo Há 2 semanas

Quiseram pôr o Estado a salvar os bancos de retalho detidos por privados e pelo público para salvar bancários, seus sindicatos, pensões e mais alguns interesses muito duvidosos. E tudo isto para quê? Para que esses bancos de retalho concedessem crédito para a internacionalização das empresas portuguesas não foi certamente porque isso nunca mais aconteceu nem pelos vistos acontecerá. Estes bancos resgatados em vez de se reestruturarem e transformarem em bancos de investimento, organizações fintech, firmas de gestão de investimentos, sociedades de capital de risco e private equity, foram e continuam a ir pelo caminho mais fácil e mais insustentável do crédito ao consumo e à habitação concedidos à legião de excedentários de carreira sindicalizados no país da UE onde o capital está já quase todo aplicado e transformado em prédios e pouco ou nada em máquinas que criem valor sob a forma de bens e serviços transaccionáveis à escala global de elevado valor acrescentado.

comentários mais recentes
Anónimo Há 1 semana

Sou um Homen de Esquerda, sou funcionário da CGD hà mais de 30 anos de Caixa e estou rendido... O Macedo já é um herói na CGD.. Que eu me lembre é a primeira vez na história, que alguém ousa cortar nas mordomias dos quadros de topo na CGD, trazendo mais equidade aos trabalhadores Parabéns P. Macedo

Anónimo Há 2 semanas

Sou obrigado a pagar através de comissões, contribuições e impostos o nível de vida passado, actual e futuro de 2200 assalariados da CGD que não são lá precisos para nada. O sindicato deles, o Sindicato Bancário do Sul e Ilhas (SBSI), já analisou os termos oferecidos pela Caixa Geral de Depósitos (CGD) no programa de “Revogações por Mútuo Acordo”, divulgado na última semana de Junho aos trabalhadores do grupo público. E a sentença é negativa: “As condições propostas aos trabalhadores ficam aquém das expectativas.” E agora pergunto eu, quem regula e supervisiona estas criaturas? As do escândalo CGD e de outros escândalos semelhantes. Há muitos casos destes nas organizações portuguesas.

Anónimo Há 2 semanas

Quiseram pôr o Estado a salvar os bancos de retalho detidos por privados e pelo público para salvar bancários, seus sindicatos, pensões e mais alguns interesses muito duvidosos. E tudo isto para quê? Para que esses bancos de retalho concedessem crédito para a internacionalização das empresas portuguesas não foi certamente porque isso nunca mais aconteceu nem pelos vistos acontecerá. Estes bancos resgatados em vez de se reestruturarem e transformarem em bancos de investimento, organizações fintech, firmas de gestão de investimentos, sociedades de capital de risco e private equity, foram e continuam a ir pelo caminho mais fácil e mais insustentável do crédito ao consumo e à habitação concedidos à legião de excedentários de carreira sindicalizados no país da UE onde o capital está já quase todo aplicado e transformado em prédios e pouco ou nada em máquinas que criem valor sob a forma de bens e serviços transaccionáveis à escala global de elevado valor acrescentado.

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