Banca & Finanças CGD tem 21 meses para reduzir 1.100 trabalhadores
Assinatura Digital. Negócios Primeiro Para ler tudo faça LOGIN ou ASSINE

CGD tem 21 meses para reduzir 1.100 trabalhadores

Metade do corte de trabalhadores exigido à CGD tem de ocorrer até final de 2018. Até essa data têm de fechar 100 balcões de um total de 170.
CGD tem 21 meses para reduzir 1.100 trabalhadores
Paulo Duarte/Negócios
Maria João Gago 10 de abril de 2017 às 00:01

Nos próximos 21 meses, a Caixa tem de cortar metade dos 2.200 postos de trabalho que está obrigada a eliminar no âmbito do seu plano estratégico. De acordo com os compromissos assumidos com Bruxelas, o banco do Estado tem de )

Assinatura Digital. Negócios Primeiro
Para ler tudo faça LOGIN ou ASSINE
Análise, informação independente e rigorosa.
Para saber o que se passa em Portugal e no mundo,
nas empresas, nos mercados e na economia.
  • Inclui acesso ao ePaper, a versão do Negócios tal como é impresso em papel. Veja aqui.
  • Acesso ilimitado a todo o site negocios.pt
  • Acesso ilimitado via apps iPad, iPhone, Android e Windows
Saiba mais



A sua opinião5
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
mais votado Anónimo 10.04.2017

Com este governo só se fala em contratar para a vida no Estado e nunca se fala em despedir onde a existência do posto de trabalha já não se justifica. Todas as empresas e governos por esse mundo desenvolvido fora, contratam quando e onde precisam e despedem quando e onde precisam. Portugal não tem gestão de recursos humanos, só resgates e dívidas que não conseguirá pagar.

comentários mais recentes
Anónimo 10.04.2017

A CGD com todo o seu excedentarismo é o espelho de todo o sector público. Se só admitirem, ainda que por imposição externa, que têm um gravíssimo problema de excedentarismo na CGD apenas, a economia Portuguesa e a República, continuarão a apresentar enormes défices económicos, sociais, governativos e civilizacionais nas décadas vindouras.

Anónimo 10.04.2017

Casa roubada, trancas à porta. Tarde e a más horas...

Anónimo 10.04.2017

Os despedimentos são feitos tarde e a más horas. São poucos e de má vontade. Não existe gestão de recursos humanos no país dos excedentários resgatados. Como se o excedentarismo e o próprio resgate público continuado àquele, a par com a rigidez do mercado laboral, não acarretasse gigantescos custos de oportunidade e de contexto, entre outros, que atentam ferozmente, de forma profundamente iníqua e insustentável, contra os mais elementares direitos, liberdades e garantias de todos os restantes agentes económicos.

Anónimo 10.04.2017

Com este governo só se fala em contratar para a vida no Estado e nunca se fala em despedir onde a existência do posto de trabalha já não se justifica. Todas as empresas e governos por esse mundo desenvolvido fora, contratam quando e onde precisam e despedem quando e onde precisam. Portugal não tem gestão de recursos humanos, só resgates e dívidas que não conseguirá pagar.

ver mais comentários
Notícias só para Assinantes
Exclusivos, análise, informação independente e credível. Para saber o que se passa em Portugal e no mundo, nas empresas, nos mercados e na economia. Inclui acesso à versão ePaper.
Mais uma forma de ler as histórias
da edição impressa do Negócios.
Se ainda não é Assinante Saiba mais
pub
pub
pub
pub