Telecomunicações Meo "nega que Claudia Goya esteja de saída da empresa"

Meo "nega que Claudia Goya esteja de saída da empresa"

A presidente executiva da Meo poderá deixar de ser presidente executiva da Meo, segundo o Jornal Económico e o Eco. Fonte oficial da operadora desmente que a gestora "esteja de saída da empresa".
Meo "nega que Claudia Goya esteja de saída da empresa"
Marta Poppe
Sara Ribeiro 20 de novembro de 2017 às 16:50

Cláudia Goya estará de saída da presidência executiva da Meo, quatro meses depois de ter assumido o cargo. Segundo o Jornal Económico, a gestora deverá abandonar o cargo na operadora esta semana. Já o Eco avança que terá sido demitida no âmbito das alterações efectuadas na Altice no seguimento da saída de Michel Combes.

A gestora ocupou o cargo de presidente executiva da Meo em Julho deste ano, substituindo Paulo Neves que passou a ocupar o cargo de "chairman" e ficou com o dossiê da compra da Media Capital,  negócio que ainda precisa de luz verde por parte da Autoridade da Concorrência.


Segundo o Eco, Cláudia Goya terá estado na semana passada em Paris para um encontro de presidentes de empresas da Altice. E o Jornal Económico acrescenta que a substituição para o cargo de CEO deverá passar por uma solução interna.

Contactada pelo Negócios, fonte oficial da Meo referiu que não comenta "rumores" e "nega que Cláudia Goya esteja de saída da empresa".


As notícias da saída de Cláudia Goya da liderança da Meo acontecem pouco tempo depois da demissão de Michel Combes da presidência executiva da Altice. O que levou a uma reorganização na gestão do grupo, com Patrick Drahi a voltar a assumir um papel-chave.

Dexter Goei regressou às funções de CEO da dona da Meo, cargo que passa a acumular com o de presidente do conselho de administração e presidente executivo da Altice USA. No entanto, o gestor abandona o cargo de chairman do grupo, que vai voltar a ser desempenhado por Patrich Drahi.

Já Dennis Okhuijsen, actual administrador financeiro, passa a acumular o cargo com a nova função de CEO da Altice para a Europa.

No âmbito da reorganização, Armando Pereira também voltou a ter um papel de destaque na gestão da Altice, passando a ser o director de operações (COO) de telecomunicações do grupo francês.


(Notícia actualizada 18:04 com reacção da Meo, que nega a saída de Cláudia Goya e actualizada pela última vez às 18:21)




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mais votado Anónimo Há 2 semanas

Em organizações públicas e privadas do mundo mais desenvolvido, no âmbito da gestão das organizações faz-se gestão de recursos humanos (GRH). Sem GRH, nem criação de valor ocorre nem elevação dos rendimentos de colaboradores não excedentários se dá, uma vez que os excedentários, por definição, limitam-se a extrair valor. Economias com GRH enriquecem e desenvolvem-se de forma sustentável. Ser excedentário não significa por si só que se seja criminoso ou mesmo incompetente. Ser excedentário é como estar na condição de desempregado mas a ser suportado por uma organização que emprega o desempregado. O desempregado e o excedentário são apenas uma oferta sem procura, e isso não é crime, crime é não fazer GRH. O desempregado, sem procura no mercado laboral onde oferece trabalho. O excedentário, sem procura numa dada organização empregadora que tem que o suportar prejudicando a persecução da sua missão, visão e propósito. Ambos são um problema do Estado de Bem-Estar Social e não do empregador.

comentários mais recentes
Anónimo Há 2 semanas

Caro Jornal de Negócios, é um facto que a Altice em Poortugal, tal como outras organizações portuguesas, está de mãos e pernas atadas devido ao governo socialista, à constituição do PREC de 1976 e à legislação laboral. E isso tem feito e continuará a fazer toda a diferença pela negativa. "As empresas de telecomunicações, tal como outras companhias dos sectores tecnológicos, estão a reestruturar-se, eliminando postos de trabalho a favor da automação, e reposicionando-se em novos projectos" Fonte: “Telecommunications providers, like other tech companies, are undergoing restructuring, losing jobs to automation, and pivoting to new projects,” (Relatório da Challenger, Gray & Christmas de Março de 2017) https://www.challengergray.com/press/press-releases/2017-march-job-cut-report-cuts-rise-17-percent-telecom-retail

Anónimo Há 2 semanas

Em organizações públicas e privadas do mundo mais desenvolvido, no âmbito da gestão das organizações faz-se gestão de recursos humanos (GRH). Sem GRH, nem criação de valor ocorre nem elevação dos rendimentos de colaboradores não excedentários se dá, uma vez que os excedentários, por definição, limitam-se a extrair valor. Economias com GRH enriquecem e desenvolvem-se de forma sustentável. Ser excedentário não significa por si só que se seja criminoso ou mesmo incompetente. Ser excedentário é como estar na condição de desempregado mas a ser suportado por uma organização que emprega o desempregado. O desempregado e o excedentário são apenas uma oferta sem procura, e isso não é crime, crime é não fazer GRH. O desempregado, sem procura no mercado laboral onde oferece trabalho. O excedentário, sem procura numa dada organização empregadora que tem que o suportar prejudicando a persecução da sua missão, visão e propósito. Ambos são um problema do Estado de Bem-Estar Social e não do empregador.

Anónimo Há 2 semanas

Esta menina foi despedida da Microsoft no Brasil. Em Portugal só fez asneira. Foi um erro de casting na Meo. Espero que corrija depressa porque não sabe nada de nada. A concorrência deve estar a rezar para que continue...

Anónimo Há 2 semanas

ohhh Deixa lá Cláudia. Deves sair bem compensada... e continuas toda gira : )

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