Banca & Finanças CMVM contra concursos para o topo
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CMVM contra concursos para o topo

A CMVM discorda do "procedimento público" que o grupo de trabalho liderado por Carlos Tavares quer impor para os administradores e presidentes dos reguladores.
CMVM contra concursos para o topo
Miguel Baltazar
Diogo Cavaleiro 06 de dezembro de 2017 às 22:15

A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) está contra eventuais concursos para os presidentes das autoridades de supervisão, como é sugerido no modelo desenhado por Carlos Tavares.

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mais votado Apoiado! Apoiado ! Apoiado ! Há 1 semana

A medida sugerida por Carlos Tavares (personagem controverso como ex-presidente da CMVM, mas trabalhador infatigável e que indubitavelmente conhecerá como poucos as virtudes e os vícios do sistema financeiro português), seria um passo importante na luta contra o que de mais negativo sempre caracterizou e ainda hoje caracteriza o sistema financeiro português :
O nepotismo, o tachismo, a ausência de preocupações de meritocracia, a proliferação de socialites parasitária(o)s, as desenfreadas ambições carreiristas e de protagonismo.
Pelo que se tem visto lá fora, os Portugueses são (continuam a ser) muito bons em matéria de dinamismo, competência e criatividade no domínio das finanças.
Mas infelizmente não é o suficiente para que as suas qualidades potenciais possam ser devidamente aproveitadas por quem mais interessaria que as aproveitassem: o Povo do País que os criou e educou.

comentários mais recentes
O “far west “ da Bolsa Há 1 semana

A Bolsa do antigamente pode ter sido um autêntico “far west”, onde alguns fizeram fortuna, muitos perderam a que tinham e/ou a que lhes fora confiada, e a Economia e a mitigação da desigualdade económica, não deixou alguma coisa de beneficiar.
Mas uma coisa é certa, havia forte dinamismo à Portuguesa, muito trabalho de estudo e investigação e, saudosamente, um determinado código de honra, de solidariedade, de espírito de entreajuda, de nobreza - sem prejuízo de feroz mas leal competição entre os intervenientes.
O velho PCP estava obviamente contra tão manifesta expressão da especulação capitalista, mas talvez nunca se venha a saber em pormenor o que nem a Pide/DGS na altura soube: que haveria quem doasse anonimamente ao Partido de Alvaro Barreirinhas Cunhal, metade do que ia ganhando na Bolsa...
Mas, decididamente, não era lugar para políticos, postulantes a cantadores de fado, ou socialites.
E quanto a “tachos”, se acaso os havia não eram os investidores a pagá-los.

CMVM não deve ser um “tacho”…(2) Há 1 semana

Os Investidores Portugueses carecem de uma CMVM, reagindo com rapidez ao que corre mal, e atuando proactivamente para que tudo corra bem de forma que não se voltem a repetir casos de triste memória como os do BES e outros;
Os Investidores precisam de uma CMVM que estimule o crescimento da Bolsa, transmitindo a certeza que reina a Ética e a Lei, estimulando a multiplicação das alternativas de investimento, velando para que cumpram princípios de transparência na divulgação de riscos e de equidade na cobrança de comissões; fazendo o que possa estar ao seu alcance fazer para aumentar a literacia financeira dos Portugueses no sentido de que possam tirar o máximo de partido possível de uma Bolsa com potencial de lhes oferecer recompensas que os estimulem a fazer o que o País tanto precisa: poupar!
“Kudos” para Carlos Tavares e para a proposta que apresentou, e que nos leva a parafrasear, adaptando, o que dizia o Povo a propósito de Frei Tomaz: “Fazei o que ele diz, mas não o que ele fez…”

CMVM não deve ser um “tacho”…(1) Há 1 semana

CMVM deve ser, isso sim, um organismo despido de ambições de servir objetivos de protagonismo politico; imbuída num espírito de servir o País e de servir os Investidores que a sustentam com as comissões que lhe pagam.
O País precisa de uma CMVM que procure devolver ao Mercado de Capitais em Portugal o dinamismo que já teve, mas agora sem um ambiente de “far west”, criando-se uma imagem que motive as empresas a recorrerem à Bolsa para sustentarem o seu crescimento, sem o risco de se afundarem num pântano de infindáveis burocracias;
O País precisa de uma CMVM que não se desleixe na aplicação da nova legislação europeia a que Portugal está obrigado; que a controle com imparcialidade, rigor e dinamismo, não tolerando “espertezas saloias” visando a subsistência de situações que, poderão ser do interesse de alguns intermediários, mas não dos seus clientes cujo interesse a Lei manda pôr em primeiro lugar;
(...)

Apoiado! Apoiado ! Apoiado ! Há 1 semana

A medida sugerida por Carlos Tavares (personagem controverso como ex-presidente da CMVM, mas trabalhador infatigável e que indubitavelmente conhecerá como poucos as virtudes e os vícios do sistema financeiro português), seria um passo importante na luta contra o que de mais negativo sempre caracterizou e ainda hoje caracteriza o sistema financeiro português :
O nepotismo, o tachismo, a ausência de preocupações de meritocracia, a proliferação de socialites parasitária(o)s, as desenfreadas ambições carreiristas e de protagonismo.
Pelo que se tem visto lá fora, os Portugueses são (continuam a ser) muito bons em matéria de dinamismo, competência e criatividade no domínio das finanças.
Mas infelizmente não é o suficiente para que as suas qualidades potenciais possam ser devidamente aproveitadas por quem mais interessaria que as aproveitassem: o Povo do País que os criou e educou.

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