Empresas Coca-Cola suspende planos de ampliação da Refrige devido à "fat tax"

Coca-Cola suspende planos de ampliação da Refrige devido à "fat tax"

A empresa suspendeu um projecto de investimento em Portugal, no valor de 40 milhões de euros, devido à "fat tax", que vai taxar refrigerantes, avança o semanário Expresso.
Coca-Cola suspende planos de ampliação da Refrige devido à "fat tax"
REUTERS
Negócios 05 de Novembro de 2016 às 13:57

A Coca-Cola European Partners tinha previsto realizar um investimento de 40 milhões de euros para ampliar a fábrica Refrige, em Setúbal, mas decidiu suspender o projecto, diz o Expresso na sua edição deste sábado, 5 de Novembro.

 

O imposto sobre as bebidas açucaradas, incluído na proposta para o Orçamento do Estado para 2017, e que varia entre os 8 e os 16 cêntimos por litro, levou a empresa a suspender os seus planos.

 

Em declarações ao Expresso, o director para Portugal da empresa, Andrés Curbelo, disse que ainda falta muita informação e mostrou-se esperançado que a proposta de lei seja alterada para "minimizar o impacto social e económico deste cenário".

 

A fábrica de Setúbal conta actualmente com 265.000 metros quadrados e estava prevista a ampliação destas instalações em mais 28.000 metros quadrados, num investimento de 40 milhões de euros a realizar durante quatro anos.

 

Esta unidade de produção, propriedade a 100% da Coca-Cola European Partners, gera 450 postos de trabalho directos e 4.500 indirectos.

 

A Coca-Cola European Partners é a maior engarrafadora mundial da marca de refrigerantes, fruto da integração de três engarrafadoras europeias: Coca-Cola Enterprises, Coca-Cola Iberian Partners e Coca-Cola Erfrischungsgetränke.




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comentários mais recentes
Joaquim Carreira Tapadinhas Há 4 semanas

Há uns tempos a esta parte os ministros de Portugal governam de sopetão. Qualquer coisa que lhes vem à cabeça, que lhes pareça que pode ser sobrecarregada com mais, ou novos, impostos, é posta em prática. O país está a afundar-se porque é impossível nadar num mar tão encapelado.

Anónimo Há 4 semanas

Respondendo ao comentário dum tal"pertinaz"este investimento de 40 milhões não interessa para a saúde pública. Se quem quiser investir para o bem estar da população seja bemvindo. Quem defende os investimentos que só prejudicam a saúde depois das contas bem feitas quem fica'a ganhar é a empresa.

pertinaz Há 4 horas

É O QUE DÁ TANTA FANFARRONICE

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