Empresas Cofundador do Facebook renuncia a cidadania americana e pagará menos impostos

Cofundador do Facebook renuncia a cidadania americana e pagará menos impostos

Eduardo Saverin, um dos cofundadores do Facebook, renunciou à cidadania norte-americana, uma decisão que lhe permitirá pagar menos impostos quando a rede social for cotada em bolsa a 18 de maio, informou hoje o "The Washington Post".
Lusa 12 de maio de 2012 às 11:57
Nascido no Brasil e cidadão norte-americano desde 1998, Eduardo Saverin tornou-se residente de Singapura, onde viverá agora por motivos de negócios, explicou o seu porta-voz, Tom Goodman, em comunicado. O cofundador de Facebook, juntamente com Chris Hughes, Dustin Moskovitz e o conselheiro delegado da rede social, Mark Zuckerberg, "planeia viver por um período indefinido de tempo" em Singapura, sua "base de operações" para os investimentos que tem em empresas da Ásia, Estados Unidos e Europa.

Estima-se que Eduardo Saverin seja dono de aproximadamente cinco por cento do Facebook, rede social que chegará a Wall Street valorizada entre os 77.000 e os 96.000 milhões de dólares (59.613 e 74.313 milhões de euros).

A sua decisão de renunciar à cidadania americana "vai reduzir as suas cargas fiscais", afirmou ao diário Edward Kleinbard, professor da Universidade do Sul da Califórnia especializado em direito fiscal.

Eduardo Saverin evitará com este movimento o pagamento de alguns impostos após a esperada oferta pública de venta de acções do Facebook.

A entrada do Facebook em bolsa será a maior de uma empresa americana de internet desde a estreia da Google, que em 2004 arrecadou 1.900 milhões de dólares (1.470 milhões de euros) com una valorização de 23.000 milhões de dólares (17.804 milhões de euros).




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Ambrósio Pereira 14.05.2012

Pelo vil metal, até já se renuncia à nacionalidade! Eu diria antes traição. E a traição à Pátria, paga-se com o fuzilamento do traidor.
Nunca, mas mesmo nunca, eu deixaria de ser português, fossem quais fossem as circunstâncias. Se o nosso (des)governo não presta, há-de vir outro mais humano e mais competente. Os governantes passam, PORTUGAL será eterno e sempre dos PORTUGUESES.

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