Banca & Finanças Comissão de trabalhadores quer membros da CGD na gestão
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Comissão de trabalhadores quer membros da CGD na gestão

A equipa de António Domingues não ficou com ninguém da administração anterior da CGD. A comissão de trabalhadores espera que o novo conselho não seja só composto por nomes externos ao banco.
Comissão de trabalhadores quer membros da CGD na gestão
Carlos Ferreira/Correio da Manhã
Diogo Cavaleiro 30 de Novembro de 2016 às 00:01

A comissão de trabalhadores da Caixa Geral de Depósitos pede ao Governo que, na nomeação do próximo conselho de administração do banco público, não cometa o "erro" que defende ter praticado

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mais votado JCG Há 6 dias

Ó Sr Canadelo, quer aumentos?
Então como explica o facto de os 8,4 mil trabalhadores da CGD - em Portugal - terem custado em média, em 2015, 70,3 mil euros (sem contar com o ninho de vips que é o Caixa Invest), quando na maior parte dos outos bancos esses custos andaram abaixo dos 50 mil ou ligeiramente acima?
Como os casos do Santander (cerca de 43 mil euros) ou o BCP na casa dos 50 mil.
É evidente que quando o dono é frouxo o pessoal amanha-se. E facilmente se põem de acordo trabalhadores e gestores para melhorarem os ganhos uns dos outros.
Os donos da CGD não são nenhuns (odiosos) milionários capitalistas exploradores: são os portugueses, incluindo os mais pobres. Que andam a pagar impostos para injetar na CGD e sustentar a vossa posição de previlégio. Tenham vergonha na cara. É claro que vocês estão de acordo em que se pague um balúrdio aos gestores. Está-se a ver porqué?
Por mim, nem mais um tusto enquanto a CGD não gerar lucros que compensem o custo em juros com a dívida públi

comentários mais recentes
JCG Há 6 dias

Bom, parece-me que a CGD não precisa dos mil milhões de capital a ir buscar ao mercado, os quais serão mais ou menos gastos a olear bem as mãos e os bolsos dos tais 2500 trabalhadores a mandar precocemente para casa. Como?

Dado que a CGD gastou em média, em 2015, cerca de mais 20 mil euros por trabalhador que o BCP (se a CGD tivesse gasto em média com os seus trabalhadores - 8,4 mil em Portugal - tanto como o BCP, teria poupado uns 167 milhões de euros), então a CGD que peça o estatuto de empresa em reestruturação para, em vez de mandar trabalhadores para casa bem oleados (gastanto os tais mil milhões), antes reduzir os salários a todos em 30% (e mesmo assim ainda ficam a ganhar mais ou menos tanto como no BCP), reduzindo igualmente as horas de trabalho na mesma proporção, ou seja, passando a 3,5 dias de trabalho por semana ou 4 dias numas e 3 dias noutras.
E tomei como referência o BCP, se fosse o Santander Totta.. em 2015, custo médio por trabalhador: 42,9 mil; no BCP: 70,3 mil

JCG Há 6 dias

Ó Sr Canadelo, quer aumentos?
Então como explica o facto de os 8,4 mil trabalhadores da CGD - em Portugal - terem custado em média, em 2015, 70,3 mil euros (sem contar com o ninho de vips que é o Caixa Invest), quando na maior parte dos outos bancos esses custos andaram abaixo dos 50 mil ou ligeiramente acima?
Como os casos do Santander (cerca de 43 mil euros) ou o BCP na casa dos 50 mil.
É evidente que quando o dono é frouxo o pessoal amanha-se. E facilmente se põem de acordo trabalhadores e gestores para melhorarem os ganhos uns dos outros.
Os donos da CGD não são nenhuns (odiosos) milionários capitalistas exploradores: são os portugueses, incluindo os mais pobres. Que andam a pagar impostos para injetar na CGD e sustentar a vossa posição de previlégio. Tenham vergonha na cara. É claro que vocês estão de acordo em que se pague um balúrdio aos gestores. Está-se a ver porqué?
Por mim, nem mais um tusto enquanto a CGD não gerar lucros que compensem o custo em juros com a dívida públi

Maria Santos Há 6 dias

Concordo.Quem melhor conhece a CGD deve geri-la. Quantos gestores não trabalham lá há mais de 10, 20, ou mais anos?

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