Banca & Finanças Como são decididos os salários na CGD
Assinatura Digital. Negócios Primeiro Para ler tudo faça LOGIN ou ASSINE

Como são decididos os salários na CGD

Com os novos estatutos da CGD, os salários da gestão passaram a ser definidos pela comissão de remunerações. Papel do Estado fica limitado à nomeação desta equipa e à aprovação da política salarial.
Como são decididos os salários na CGD
David Martins/Correio da Manhã
Maria João Gago 21 de Outubro de 2016 às 00:01

Tutela dita política de remunerações
O primeiro passo no processo de definição dos salários da gestão da Caixa é dado pelo Estado com a definição e aprovaç

Assinatura Digital. Negócios Primeiro
Para ler tudo faça LOGIN ou ASSINE
Análise, informação independente e rigorosa.
Para saber o que se passa em Portugal e no mundo,
nas empresas, nos mercados e na economia.
  • Inclui acesso ao ePaper, a versão do Negócios tal como é impresso em papel. Veja aqui.
  • Acesso ilimitado a todo o site negocios.pt
  • Acesso ilimitado via apps iPad, iPhone, Android e Windows
Saiba mais



A sua opinião1
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
mais votado JCG Há 2 semanas

Continuo sem ver qualquer informação do Governo quanto a objetivos atribuidos à administração da CGD. Parece que as manadas de papagaios opinantes também não se preocupam muito com isso e jão dão como adquirido que o gangue do Domingos vai faturar pela fasquia máxima, ou seja, com prémios e bónus e tudo o que essa casta quiser.

Pois bem, eu avanço 2 objetivos (sem os quais não percebo qual a lógica de se manter a CGD como empresa pública):

1º Um objetivo de COBERTURA INTEGRAL DO PAÍS com representação comercial da CGD, podendo essa cobertura ser assegurada em pequenos aglomerados (com pelo menos 50 ou 100 residentes) por caixas móveis ou pequenos balcões com abertura a tempo parcial ou até com balcões móveis, como faz a cabeleireira de Trás-os-Montes;

2º Um objetivo de RENTABILIDADE que deverá exigir uma taxa de lucro (lucro líquido a dividir pelos capitais próprios) no mínimo igual à taxa de juros mais alta paga na dívida pública portuguesa. Com lucros até essa fasquia não haverá prémios e bónus para ninguém.

Será adicionalmente escandaloso que a CGD comece a pagar bónus e prémios (os que lá trabalham já recebem os seus salários) antes de conseguir assegurar lucros ao acionista que cubram pelo menos os custos que este tem em juros com o financiamento do dinheiro que injetou e injetar na CGD.

Acho até que se o Governo não tiver a ética e o decoro mínimos de fixar claramente este objetivo de rentabilidade haverá fundamento para os contribuintes/ acionistras recorrerem para instâncias judiciais, por exemplo processando o governo por gestão danosa de recursos públicos.

comentários mais recentes
JCG Há 2 semanas

Continuo sem ver qualquer informação do Governo quanto a objetivos atribuidos à administração da CGD. Parece que as manadas de papagaios opinantes também não se preocupam muito com isso e jão dão como adquirido que o gangue do Domingos vai faturar pela fasquia máxima, ou seja, com prémios e bónus e tudo o que essa casta quiser.

Pois bem, eu avanço 2 objetivos (sem os quais não percebo qual a lógica de se manter a CGD como empresa pública):

1º Um objetivo de COBERTURA INTEGRAL DO PAÍS com representação comercial da CGD, podendo essa cobertura ser assegurada em pequenos aglomerados (com pelo menos 50 ou 100 residentes) por caixas móveis ou pequenos balcões com abertura a tempo parcial ou até com balcões móveis, como faz a cabeleireira de Trás-os-Montes;

2º Um objetivo de RENTABILIDADE que deverá exigir uma taxa de lucro (lucro líquido a dividir pelos capitais próprios) no mínimo igual à taxa de juros mais alta paga na dívida pública portuguesa. Com lucros até essa fasquia não haverá prémios e bónus para ninguém.

Será adicionalmente escandaloso que a CGD comece a pagar bónus e prémios (os que lá trabalham já recebem os seus salários) antes de conseguir assegurar lucros ao acionista que cubram pelo menos os custos que este tem em juros com o financiamento do dinheiro que injetou e injetar na CGD.

Acho até que se o Governo não tiver a ética e o decoro mínimos de fixar claramente este objetivo de rentabilidade haverá fundamento para os contribuintes/ acionistras recorrerem para instâncias judiciais, por exemplo processando o governo por gestão danosa de recursos públicos.

Notícias só para Assinantes
Exclusivos, análise, informação independente e credível. Para saber o que se passa em Portugal e no mundo, nas empresas, nos mercados e na economia. Inclui acesso à versão ePaper.
Mais uma forma de ler as histórias
da edição impressa do Negócios.
Se ainda não é Assinante Saiba mais
pub
pub
pub
pub