Energia Conselho geral da EDP "manifesta solidariedade total" com Mexia  

Conselho geral da EDP "manifesta solidariedade total" com Mexia  

Eduardo Catroga sentou-se ao lado de António Mexia na conferência de imprensa, tendo transmitido a "solidariedade total" do conselho geral e de supervisão da EDP. 
Conselho geral da EDP "manifesta solidariedade total" com Mexia  
Miguel Baltazar/Negócios
Diogo Cavaleiro 06 de junho de 2017 às 10:29

O conselho geral e de supervisão da EDP está ao lado de António Mexia e de João Manso Neto, segundo garantiu o seu presidente, Eduardo Catroga, na conferência de imprensa que a eléctrica quis dar para avançar esclarecimentos sobre a investigação judicial em que os dois gestores são arguidos num processo que investiga alegadas práticas por corrupção passiva, corrupção activa e participação económica em negócio.

 

"Ontem reuni extraordinariamente com o conselho geral e de supervisão da EDP, onde estão directamente representados os accionistas e constituído em maioria por independentes, manifestou a sua solidariedade total com a gestão da EDP", indicou Catroga na conferência desta terça-feira, 6 de Junho.

 

Nesse mesma reunião que teve lugar na segunda-feira, segundo relatou Eduardo Catroga, o conselho geral e de supervisão "refirmou que a EDP, ao longo da sua história, sempre se pautou com princípios éticos e cumprimento da lei".

 

O presidente do conselho geral e de supervisão da eléctrica nacional, cujo principal accionista é a China Three Gorges, defendeu que "todos os documentos assinados" pelos gestores da EDP "foram sempre acções em representação dos órgãos sociais da empresa". Uma extensão de responsabilidades que, na sua intervenção, o próprio António Mexia tinha feito na sua intervenção, dizendo que a actuação foi sempre em nome dos órgãos competentes e para a defesa dos interesses da empresa.

 

Na sexta-feira, Mexia e João Manso Neto foram constituídos arguidos no âmbito de uma investigação judicial que corre no Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) que averigua factos susceptíveis de configurar eventuais práticas de corrupção activa, corrupção passiva e participação económica em negócio na introdução dos CMEC, um regime que salvaguardava as remunerações de centrais da EDP. 

 

 


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mais votado Anónimo Há 2 semanas

2012 - "Eduardo Catroga vai receber um salário de 45 mil euros mensais (O TAL VALOR DE MERCADO), ou 639 mil euros por ano, como presidente do Conselho Geral e de Supervisão da EDP. Catroga - que foi o coordenador do programa eleitoral do PSD e representou este partido nas negociações com a troika, onde ficou decidida a privatização da EDP - acumulará este salário com uma pensão de 9600 euros."

E teve a distinta lata de afirmar:
"Eduardo Catroga afirmou que "50% do que eu ganho vai para impostos. Quanto mais ganhar, maior é a receita do Estado com o pagamento dos meus impostos, e isso tem um efeito redistributivo para as políticas sociais".

Seria de certeza interessantisimo o que a PJ iria descobrir e descodificar este VALOR DE MERCADO...

comentários mais recentes
Anónimo Há 2 semanas

MAS C PODEM LEVANTAR TAIS SUSPEITAS A ESTES SRS? É DUVIDOSO. SÃO TODOS BOAS PESSOAS. NEM SE PERCEBE C QUEREM TRABALHAR NESTAS EMPRESAS Q PAGAM TÃO MAL.

NÃO ESPANTA PORQUE ELES COMEM TODOS NA MM GAMELA Há 2 semanas

A "SOLIDARIEDADE TOTAL" referida não avaliza nem prova inocência nenhuma.´
Era expectável esta "solidariedade", porque eles comem todos da mesma gamela : MEXIA, CATORGA e quejandos.
Portanto, o que se pode dizer é que a montanha pariu um rato.

O amem de Catroga implica apenas que ele e outros Há 2 semanas

mesma laia estão ao serviço dos que se apoderaram deste País. Foi este individuo que Cavaco, encarregou de negociar com a Troika em 2011, e que levou o País à miséria. Os detratores diziam não haver outro caminho, mas havia, e aceite pelo BCE, só que a direita com Cavaco à frentetinha sede de poder

Pinto Há 2 semanas

Este balofo faz o quê exactamente? Sabemos o que ganha, mas o que faz ele? Há uns tempos queira dar uma "palavrinha" ao 1º Ministro. Cunhas, tá bom de ver. Mas além disso, faz o quê?

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