Empresas Construção, pescas e turismo na agenda iraniana em Portugal

Construção, pescas e turismo na agenda iraniana em Portugal

Missão com 24 empresários, oriunda da província mais a Sul do Irão, com 1.100 quilómetros de costa no Golfo Pérsico, procuram durante dois dias parceiros na região Norte portuguesa, a mais exportadora do País.
António Larguesa 15 de Junho de 2012 às 19:20
Pela terceira vez nos últimos três anos, um grupo de empresários do Irão está em Portugal para apresentar as potencialidades de investimento naquele país de 73 milhões de habitantes (e que faz fronteira com sete nações), e reunir-se directamente com perto de uma centena de firmas nacionais, que estão a tentar diversificar os mercados de exportação para “fugir” da Europa.

Para a missão de negócios que hoje arrancou – e que foi acolhida nas instalações da Associação Empresarial de Portugal, no Porto – viajaram oito empresas do sector da construção, quatro de engenharia, duas industriais, uma de mineração, quatro do ramo agro-alimentar e cinco ligadas ao turismo.

Depois de, nas anteriores iniciativas, concentrar esforços nas duas maiores cidades do Irão, a AEP escolheu desta vez a província de Hormozgan, que o presidente da associação empresarial, José António Barros, disse ter algumas “similaridades” com o Norte de Portugal no que toca ao seu tecido económico, desde logo pela aposta crescente nos recursos marítimos e na economia do mar.

Ao Negócios, Barros resumiu que as oportunidades que este grupo de empresários iranianos trouxeram desta vez a Portugal passam, por um lado, pela pesca, aquacultura, mariscos e extracção de minerais, mas também pelo turismo, pela construção, pelo portos e pelas energias renováveis.

“Está a ser feito um grande investimento na construção, já que estão a ser construídas naquela região 56 mil casas. Não são oportunidades para as empresas de construção, porque isso eles fazem, mas para a fileira dos materiais de construção e dos isolamentos”, apontou o responsável empresarial, lembrando a potencialidade da cortiça em virtude do clima.

"Roubar" tecnologia do Porto de Leixões

A acompanhar os empresários vieram igualmente os presidentes do porto de Shahid Rajaee, que tem uma área total de 2.400 hectares, e também da autoridade portuária daquela região, que está virada para o Golfo Pérsico. No sábado, vão ter contactos com os responsáveis do Porto de Leixões, uma vez que, apesar de terem um porto “dez vezes maior”, não está tão actualizado tecnologicamente como a infraestrutura portuguesa.

A missão portuguesa no Irão, que terá um terceiro capítulo multifileiras em Outubro, faz parte do programa “Business On the Way”, que integra 41 missões empresariais e feiras no estrangeiro durante 2012. Apenas oito são na Europa, o que o presidente da AEP justifica como uma vontade expressa das suas associadas em diversificar as vendas ao exterior. E que explica com os números do comércio internacional português no primeiro quadrimestre: o contributo extra-comunitário para o crescimento das exportações foi um aumento de 26%, contra apenas 3% no Velho Continente.



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comentários mais recentes
Anónimo 15.06.2012

Terroristas são os 'amaricanos' e os seus compinchas os israelitas, responsáveis pelo maior campo de concentração da História - a Palestina...

Eh pá e não me venham com o choradinho dos coitadinhos do 'holocausto'...
Esta é a verdade sobre o holocausto:
- http://www.stormfront.org/truth_at_last/holocaust.htm
- http://www.youtube.com/watch?v=oPp6ZiDCsyY&feature=related

E isto são os judeus ortodoxos, que por acaso obrigam as mulheres a andarem todas tapadas e a andarem na parte de trás dos autocarros:
- http://www.youtube.com/watch?v=OlT3ARuUSGc&feature=related

Esta é a verdade sobre o Irão:
- http://vimeo.com/34992640
- http://www.youtube.com/watch?v=xfyMh96w1KQ

Abram os olhos!!

Anónimo 15.06.2012

During the final stages of World War II in 1945, the Allies of World War II conducted two atomic bombings against the cities of Hiroshima and Nagasaki in Japan. These two events are the only use of nuclear weapons in war to date.

Within the first two to four months of the bombings, the acute effects killed 90,000–166,000 people in Hiroshima and 60,000–80,000 in Nagasaki, with roughly half of the deaths in each city occurring on the first day. The Hiroshima prefecture health department estimated that, of the people who died on the day of the explosion, 60% died from flash or flame burns, 30% from falling debris and 10% from other causes. During the following months, large numbers died from the effect of burns, radiation sickness, and other injuries, compounded by illness. In a US estimate of the total immediate and short term cause of death, 15–20% died from radiation sickness, 20–30% from burns, and 50–60% from other injuries, compounded by illness. In both cities, most of the dead were civilians, although Hiroshima had a sizeable garrison.

Anónimo 15.06.2012

Olha outro a quem fizeram uma lavagem cerebral... vai ler um pouco seu burro ignorante. No irao vivem persas pa... Os estados unidos esses que lancaram duas bombas nucleares sobre cidades e que tem milhaes de bombas atomicas nao sao terroristas?? Es de uma raca de humanos de inteligencia inferior seu asno.

Anónimo 15.06.2012

Portugal esta' tao desesperado que aceita fazer negocios com um pais de terroristas...

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