Crédito Crédito à habitação com melhor arranque de ano desde 2010

Crédito à habitação com melhor arranque de ano desde 2010

A concessão de crédito para a compra de casa superou os 1.800 milhões de euros no primeiro trimestre, naquele que foi o melhor arranque de ano desde 2010.
Crédito à habitação com melhor arranque de ano desde 2010
Miguel Baltazar/Negócios
Patrícia Abreu 09 de maio de 2017 às 12:33

Os bancos nacionais continuam a aumentar a concessão de novo crédito para a compra de casa. Depois de uma ligeira desaceleração em Fevereiro, o novo crédito à habitação registou, em Março, o melhor mês desde Dezembro de 2010. No acumulado do trimestre, este tipo de financiamento disparou 48% face ao período homólogo de 2016.


As instituições financeiras portuguesas emprestaram, em Março, 720 milhões de euros para a compra de habitação, naquele que foi o maior montante concedido para esta finalidade desde finais de 2010, avançam os dados divulgados esta terça-feira, 9 de Maio, pelo Banco de Portugal. Entre Janeiro e Março, os bancos financiaram 1.803 milhões em empréstimos para a compra de casa, mais 48% que em igual período do ano passado, e o melhor arranque de ano desde 2010.


Com o ambiente de taxas negativas, as instituições têm vindo a reforçar a aposta na concessão de crédito, para aumentarem a sua rentabilidade através das comissões cobradas com estes produtos, além de aumentarem o grau de fidelização do cliente com o banco.


Mas não foi apenas o crédito à habitação que aumentou. Também o crédito ao consumo e os empréstimos para outros fins registaram uma evolução positiva. No consumo, o novo crédito atingiu 393 milhões de euros, face aos 318 registados em Fevereiro, elevando para 1.008 milhões o valor financiado para este segmento no primeiro trimestre do ano.


No global, os bancos emprestaram, em Março, 1.314 milhões de euros às famílias portuguesas, um valor que compara com os 994 milhões de euros financiados um mês antes.




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comentários mais recentes
Anónimo 09.05.2017

O País com um imobiliário instalado excedentário e por essa via com um endividamento excessivo, não me parece razoável que os Bancos e Estado continuem a insistir neste negócio especulativo que nos pôs de tanga e os mais frágeis pagam.

pagante de impostos pra ciganada 09.05.2017

O PESSOAL DOS BAIRROS SOCIAIS -LISBOA 80.000-porto são 90.000 não precisam de emprestimo

cambada de xulecos que passam dias a brincar

Anónimo 09.05.2017

TENHAM MUITO CUIDADO COM A FIGURA DO FIADOR, QUE NÃO PASSAM DE ESTRATAGEMAS DOS BANCOS PARA PENHORAREM AS CASAS E BENS DOS FIADORES. COMIGO NÃO SE SAFAM, JAMAIS SEREI FIADOR DE NINGUÉM. O REGABOFE DOS EMPRESTIMOS CONTINUA, QUANDO AS TAXAS SUBIREM É QUE VÃO SER ELAS, MAIS RESGATES OS MESMOS A PAGAREM

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