Empresas CTT concluem venda da antiga sede

CTT concluem venda da antiga sede

Assinada há um ano, a transacção foi concluída na sexta-feira passada. A empresa postal registará uma mais-valia contabilística de 16 milhões de euros, com impacto fiscal de cerca de dois milhões. O nome do comprador não foi divulgado.
CTT concluem venda da antiga sede
Miguel Baltazar/Negócios
Paulo Zacarias Gomes 18 de dezembro de 2017 às 07:22

Ao fim de um ano, os CTT anunciaram a venda definitiva dos edifícios da sua antiga sede, em Lisboa, operação que leva a empresa postal a registar uma mais-valia de 16 milhões de euros, do total de 25 milhões de euros que representou a venda.

Segundo o comunicado enviado esta segunda-feira, 18 de Dezembro, à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a escritura pública que formaliza a alienação foi feita na sexta-feira passada, 15 de Dezembro.

"O montante total recebido pela empresa relativo à venda dos referidos imóveis corresponde ao preço contratado (o que representará uma mais-valia contabilística de cerca de 16 M€, com um impacto fiscal de cerca de 2 M€)," lê-se na referida nota.

O nome do comprador não foi divulgado.

A alienação tinha sido anunciada a 15 de Dezembro do ano passado, quando os CTT avançaram a assinatura de um contrato-promessa de compra e venda dos edifícios na Rua de São José, no centro da capital, por 25 milhões de euros.

A empresa postal esperava concluir a operação num intervalo de 12 meses – o que veio a acontecer praticamente em cima da data auto-imposta. Há um ano, os CTT diziam ter recebido 2,5 milhões de euros de sinal, que seria descontado na altura da venda definitiva.

As acções da empresa liderada por Francisco Lacerda (na foto) encerraram a sessão de sexta-feira passada a cair 1,5% para 3,28 euros.




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comentários mais recentes
Anónimo 18.12.2017

Não interessa nunca quem é o comprador desde que pague. Com mais uns imóveis vendidos os CTT saem do buraco e ainda vou ganhar dinheiro com as ações que infantilmente comprei a 4 €.

Juíz surpreso 18.12.2017

É nisto que dá, as privatizações feitas pela direita neo-liberal! Venderam jóias por tuta e meia. Os novos donos vendem os melhores activos, embolsam e depois alguém, vulgarmente os contribuintes são chamados a salvar a empresa! - Que é feito dos 10.000 milhões que Passos embolsou nas privatizações?

Escrituras públicas secretas e sigilosas 18.12.2017

é a chamada escritura publica secreta e sigilosa em notarios privados corrompidos

Anónimo 18.12.2017

A escritura foi pública. Se o nome não foi divulgado era bom que este jornal fosse obter o nome do comprador e o divulgasse aos seus leitores.

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