Telecomunicações CTT confirmam fecho de 22 lojas

CTT confirmam fecho de 22 lojas

Os CTT confirmaram num esclarecimento às redacção que o plano de optimização da rede abrange 22 pontos. Veja quais são.
CTT confirmam fecho de 22 lojas
Negócios 02 de janeiro de 2018 às 17:53

"Os CTT confirmam o plano de adequação da sua rede envolvendo estes 22 Pontos de Acesso, inseridos nos mais de 2.300 existentes e dos mais de 4.000 agentes PayShop". É este o esclarecimento dos CTT à notícia avançado pelo Eco de que o plano de redução de lojas abrange 22 locais.

Num breve esclarecimento os CTT dizem que não há data marcada para esse encerramento. 

O plano está em consulta pela comissão de trabalhadores, ao que se seguirá contactos com as entidades locais.

Num esclarecimento enviado às redacção, os CTT dizem, ainda, que "este plano de adequação não coloca em causa o serviço de proximidade às populações e aos nossos clientes, uma vez que existem outros pontos de acesso nas zonas respectivas que dão total garantia na resposta às necessidades face à procura existente", garantindo o cumprimento "na íntegra" com "os critérios de densidade geográfica exigidos".

No âmbito do plano de corte de custos, os CTT tinham revelado a intenção de optimizar a rede de lojas "através da conversão de lojas em postos de correio ou fecho de lojas com pouca procura por parte dos clientes". Essa optimização daria um impacto no EBITDA recorrente em 2020 de 6 a 7 milhões de euros, de um total de 45 milhões estimado com todo o plano.

De acordo com informação do Eco, a lista inclui as unidades da Junqueira (Lisboa), Avenida (Loulé), Universidade (Aveiro), Termas de S. Vicente, Socorro (Lisboa), Riba d’Ave, Paços de Brandão (Santa Maria da Feira), Lavradio (Barreiro), Galiza (Porto), Freamunde, Filipa de Lencastre (Belas), Olaias (Lisboa), Camarate, Calheta (Ponta Delgada), Barrosinhas (Águeda), Asprelas (Porto), Areosa (Porto), Araucária (Vila Real), Alpiarça, Alferrarede, Aldeia de Paio Pires e Arco da Calheta (Madeira).

 




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jenny12345 07.01.2018

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Anónimo 07.01.2018

O BancoCtt baixou a taxa bruta de remuneração dos depósitos a prazo a partir de 05/01/2018 para 0,15% ao ano.
A taxa anual de inflacção prevista é de 1,5%. Portanto a inflacção é 10 vezes superior à taxa de remuneração.
100.000,00 euros depositados a prazo valem ao fim de um ano menos 1.350,00 euros.
Mas o BancoCtt não é dos piores.

Anónimo 03.01.2018

CTT confirma também a subida da cotação.

Zézé Camarão 03.01.2018

Afinal, qual o modelo de negócio dos CTT? É uma livraria (escassa)? É um Banco (do passado), sem digital (que devaneio)? Resta-lhe a logística do correio e fazer mais parcerias com comércio. E antes que redes supermercado, etc acordem e aproveitem a logística que têm...

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