Imobiliário Cushman projecta novo recorde no investimento imobiliário em Portugal

Cushman projecta novo recorde no investimento imobiliário em Portugal

Os dados da consultora Cushman & Wakefield apontam para negócios em fase avançada de negócios no valor de 600 milhões de euros nos próximos meses.
Cushman projecta novo recorde no investimento imobiliário em Portugal
A venda do Edifício Entreposto por 65 milhões é o maior negócio do ano
Nuno Carregueiro 15 de março de 2017 às 13:41

Depois de dois anos de forte crescimento no investimento imobiliário no sector comercial, 2017 está a ser também bastante dinâmico e caminha para ser ano recorde.

 

A conclusão é da consultora Cushman & Wakefield, com base nos negócios que já foram concretizados e nos que diz estarem em fase adiantada de negociações.

 

"2017 promete bater novos recordes em termos de volume de investimento", escreve uma comunicado da consultora, adiantando que "até à data foram fechados 10 negócios de investimento de imobiliário comercial em Portugal que envolveram cerca de 180 milhões de euros" e "em fase avançada de negociação foi possível apurar um montante que ronda os 600 milhões".

O Negócios noticiou esta semana que a seguradora Tranquilidade vai encaixar cerca de 200 milhões de euros com a venda de património imobiliário. A primeira parte da operação foi fechada em Fevereiro, sendo que o consórcio luso-americano Anchorage Capital Group e Norfin pagou quase 140 milhões de euros por 86 imóveis. 

 

A Cushman & Wakefield projecta um volume de transacções de investimento comercial em Portugal próximo dos 800 milhões de euros na primeira metade deste ano, que a confirmar-se será o terceiro melhor semestre de sempre. E já superior ao verificado a cada um dos anos entre 2008 e 2014.

 

A venda do Edifício Entreposto à Signal Capital, por 65 milhões de euros, foi o maior negócio do ano, contribuindo para que o sector dos escritórios seja o mais dinâmico em 2017 (acima dos 100 milhões de euros). A Cushman & Wakefield destaca que os "investidores estrangeiros mantêm-se extremamente activos no mercado, mas é relevante uma maior presença de players nacionais, que terão sido responsáveis por 30% do volume investido".



  


A sua opinião2
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
comentários mais recentes
Johnny 15.03.2017

EU VOTO NO PARTIDO QUE ESPETAR IMI DE 20% AO ANO PARA ESPECULADORES E PAPÕES IMOBILIARIOS !
PORQUE EU NÃO ADMITO QUE OS MEUS COMPATRIOTAS ESTEJAM TODOS EM DEBANDADA PARA O ESTRANGEIRO PORQUE COM OS ORDENADOS DAQUI NÃO É POSSIVEL COMPRAR OS IMOVEIS QUE OS ESTRANGEIROS CÁ VÊM COMPRAR !

Filipe 15.03.2017

Que comentário tão triste Sr. Anónimo!
Neste artigo está a falar-se de investimento imobiliário no sector comercial, não se está a falar de casas, como tão eloquentemente referiu.
Para proferir verborreias aparecem sempre energúmenos...

pub
pub
pub
pub