Media Dona da TVI fecha novo prazo para dívida após acordo com credores

Dona da TVI fecha novo prazo para dívida após acordo com credores

A Prisa alargou a maturidade da sua dívida junto dos credores em cinco anos, para 2022. Na reunião do conselho de administração, definiram-se também novos cargos de liderança no grupo espanhol.
Dona da TVI fecha novo prazo para dívida após acordo com credores
Correio da Manhã
Negócios 17 de janeiro de 2018 às 11:18

O conselho de administração da Prisa, dona da TVI, aprovou esta terça-feira, 16 de Janeiro, um acordo com a maioria dos seus credores para definir um novo prazo para o reembolso da dívida.

 

De acordo com o Cinco Días, publicação que integra o grupo, esse prazo é agora alargado cinco anos, para 2022. O acordo não prevê amortizações obrigatórias durante os primeiros três anos e define um reembolso posterior ajustado ao fluxo de caixa gerado pelos negócios do grupo espanhol.

 

É também estabelecido um primeiro pagamento de 450 milhões de euros, resultante do aumento de capital aprovado pela Assembleia Geral de accionistas da Prisa realizada a 15 de Novembro.

 

O novo acordo face à dívida entrará em vigor até 30 de Junho deste ano, estando condicionado pelo aumento de capital.

 

O conselho de administração definiu também novos nomes para a liderança do grupo na reunião desta terça-feira, 16 de Janeiro: Pedro García Guillén ficará à frente da Prisa Radio e Alejandro Martínez Peón da Prisa Notícias. Augusto Delkáder será director editorial, Jorge Rivera director de Comunicação e Relações Institucionais e Marta Bretos directora de Gestão de Talentos.

 

O grupo Prisa é dono da TVI através da Media Capital. Nesta fase, encontra-se a decorrer o processo de compra da Media Capital pelo grupo Altice, com o dono da Meo a oferecer 440 milhões de euros por este negócio de media.




A sua opinião0
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
comentar
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
pub