Banca & Finanças Edmundo Martinho: "Vamos trabalhar para o reforço do banco da economia social"
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Edmundo Martinho: "Vamos trabalhar para o reforço do banco da economia social"

O acordo entre a Santa Casa e a dona do Montepio pretende levar a um "trabalho conjunto para o reforço de um banco da economia social", garante o vice-provedor. Em entrevista escrita, Edmundo Martinho elogia a "solidez da mutualista".
Edmundo Martinho: "Vamos trabalhar para o reforço do banco da economia social"
Bruno Simão

A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML) e a Associação Mutualista Montepio Geral vão "trabalhar em conjunto para o reforço consistente e sustentável da economia social e de uma instituição )

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mais votado JCG Há 2 semanas

Uma autêntica farsa - o caso Montepio - em que sobressai a incompetência e ou o carácter corrupto de reguladores e supervisores - BdP e Governo (corrupto no sentido em que as opões e decisões são tomadas não no sentido de atacar fragilidades e resolver efetivamente o problema tendo como propósito central o de fortalecer a instituição, mas antes se procura manobrar com o cuidado de satisfazer interesses colaterais de grupos, partidos e figurões envolvidos). Como é que os mesmos indivíduos que fragilizaram o Montepio - em que se destacam Tomás Correia e o o padre Melícias - aparecem agora no suposto lado da solução?
Devem ser focados dois objectivos centrais quanto ao banco Montepio: 1º manter o capital social totalmente português; 2º assegurar a boa e eficiente gestão do banco e o apuramento de resultados positivos (lucros que remunerem adequadamente o capital lá injetado). 2 objetivos com alguma complexidade porque oportunistas de vários matizes espreitam e alguns já lá estão.

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JCG Há 2 semanas

Uma autêntica farsa - o caso Montepio - em que sobressai a incompetência e ou o carácter corrupto de reguladores e supervisores - BdP e Governo (corrupto no sentido em que as opões e decisões são tomadas não no sentido de atacar fragilidades e resolver efetivamente o problema tendo como propósito central o de fortalecer a instituição, mas antes se procura manobrar com o cuidado de satisfazer interesses colaterais de grupos, partidos e figurões envolvidos). Como é que os mesmos indivíduos que fragilizaram o Montepio - em que se destacam Tomás Correia e o o padre Melícias - aparecem agora no suposto lado da solução?
Devem ser focados dois objectivos centrais quanto ao banco Montepio: 1º manter o capital social totalmente português; 2º assegurar a boa e eficiente gestão do banco e o apuramento de resultados positivos (lucros que remunerem adequadamente o capital lá injetado). 2 objetivos com alguma complexidade porque oportunistas de vários matizes espreitam e alguns já lá estão.

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