Turismo & Lazer Efeito Páscoa aumentou em mais de 8% as deslocações dos residentes em Portugal

Efeito Páscoa aumentou em mais de 8% as deslocações dos residentes em Portugal

No segundo trimestre deste ano, as deslocações turísticas dos residentes em Portugal aumentaram 8,3% para 4,7 milhões.
Efeito Páscoa aumentou em mais de 8% as deslocações dos residentes em Portugal
Bruno Simão/Negócios
Rita Faria 26 de outubro de 2017 às 11:51

No segundo trimestre deste ano, os residentes em Portugal fizeram mais deslocações para o estrangeiro e usaram mais a internet para marcar alojamento, em vez das tradicionais agências de viagens.

 

Estas são algumas das conclusões dos dados revelados esta quinta-feira, 26 de Outubro, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) que mostram que, entre Abril e Junho, o número de deslocações turísticas feitas pelos residentes em Portugal cresceram 8,3% face ao mesmo período do ano passado para um total de 4,7 milhões.

 

Ainda que correspondam a apenas 11,3% do total, as deslocações para o estrangeiro subiram 14,8%.

 

O aumento das viagens, a nível geral, é justificado pelo INE com "o efeito da aceleração de calendário da Páscoa que ocorreu no segundo trimestre, enquanto em 2016 foi celebrada no primeiro trimestre".

 

Quase metade (45,2%) das deslocações teve como objectivo a vista a amigos ou familiares, enquanto 41,9% foi em lazer ou férias. Os motivos profissionais ou de negócios geraram 8,7% das viagens.

 

Uma em cada quatro (24,7%) viagens turísticas implicou a estadia em hotéis, o que traduz um crescimento homólogo de 1,3%.

 

O recurso à internet ocorreu em 17,5% das viagens realizadas (mais 1,4% do que no segundo trimestre de 2016), tendo-se observado aumentos da utilização desta forma de organização da viagem quer nas deslocações realizadas no país quer para o estrangeiro. Ao mesmo tempo, o recurso a agências de viagens caiu 1%.




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mais votado Anónimo Há 3 semanas

Convém não esquecer que o resgate externo ao excedentarismo e sobrepagamento na banca e no sector público (contribuinte)-dependente em sentido estrito, foi facultado sob condição de se fazerem urgentes e necessárias reformas em termos de mercado de bens e serviços e de factores, incluindo o de capital e o laboral, de modo a que uma correcta e adequada política de gestão de recursos humanos nas organizações portuguesas passasse a ser a norma e não a excepção. Mas para que tal aconteça, toda a corrupção e tráfico de influências que sustentam e alimentam o status quo íniquo e insustentável terão de ser combatidas eficazmente.

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Anónimo Há 3 semanas

Convém não esquecer que o resgate externo ao excedentarismo e sobrepagamento na banca e no sector público (contribuinte)-dependente em sentido estrito, foi facultado sob condição de se fazerem urgentes e necessárias reformas em termos de mercado de bens e serviços e de factores, incluindo o de capital e o laboral, de modo a que uma correcta e adequada política de gestão de recursos humanos nas organizações portuguesas passasse a ser a norma e não a excepção. Mas para que tal aconteça, toda a corrupção e tráfico de influências que sustentam e alimentam o status quo íniquo e insustentável terão de ser combatidas eficazmente.