Empresas Empresa portuguesa vai criar rede nacional em Angola de frio num investimento de 38 milhões

Empresa portuguesa vai criar rede nacional em Angola de frio num investimento de 38 milhões

Uma empresa portuguesa vai assegurar a montagem de uma rede de frio a nível nacional, em Angola, em parceria com empresários angolanos, num investimento de cerca de 38 milhões de euros, disse à agência Lusa fonte ligada ao projecto.
Lusa 22 de março de 2012 às 10:53
O investimento é da Hipogest e vai ao encontro das necessidades da garantia de escoamento e distribuição de produtos alimentares, com a criação de cinco pólos espalhados por Angola.

O anúncio do investimento foi feito à margem da visita oficial que a ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território, de Portugal, Assunção Cristas, está a efectuar a Angola.

Em declarações à Lusa, Assunção Cristas destacou a importância deste investimento, sobretudo por partir de uma empresa portuguesa.

"A presença de empresas portuguesas em Angola é conhecida em várias áreas. Do ambiente ao tratamento de águas, passando pelo saneamento e gestão de resíduos, construção e também na agricultura há presença de empresas portuguesas. É muito crítico Angola dar este passo para ter uma rede de frio que permita que a produção aumentando possa também chegar em boas condições ao seu destino", sublinhou.

Segundo Assunção Cristas, "um dos maiores problemas, aliás identificados pela FAO [Fundo das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura] a nível mundial é fazer chegar os produtos em boas condições ao consumidor, ao seu destinatário", disse.

"Por isso é tão importante este passo que foi dado por uma empresa portuguesa em parceria com uma empresa angolana", acentuou.

Terça-feira, na deslocação que fez à província da Huíla, sudoeste de Angola, Assunção Cristas destacou a importância do desenvolvimento da agricultura e da agro-indústria com a criação de uma rede de frio.

Portugal tem uma grande experiência na área da logística, na área do frio, da refrigeração, acrescentou.

O contrato para este investimento já foi validado pelo Conselho de Ministros angolano, concluiu.



A sua opinião0
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
pub