Energia Eólica flutuante de Viana já pode produzir energia

Eólica flutuante de Viana já pode produzir energia

O projecto Windfloat é coordenado pela EDP, através da EDP Renováveis, e integra o parceiro tecnológico Principle Power, a Repsol, a capital de risco Portugal Ventures e a metalúrgica A. Silva Matos.
Eólica flutuante de Viana já pode produzir energia
Jose Manuel Ribeiro/Reuters
Lusa 17 de dezembro de 2016 às 15:21

O Governo autorizou a licença de produção de electricidade e o ponto de acesso à rede energética pela WindPlus, a empresa responsável pelo parque eólico 'offshore' situado ao largo de Viana do Castelo, designado de Windfloat.


Em comunicado divulgado hoje, o gabinete do secretário de Estado da Energia, Jorge Seguro Sanches, informa que ficam assim cumpridas as "duas condições determinantes" para o arranque da fase pré-comercial deste projecto, cuja potência máxima instalada será de 25.000 kVA, sendo constituído por três a quatro aerogeradores.


O cabo que ligará o parque eólico a terra, que está orçamentado em 48 milhões de euros, "será integralmente suportado por fundos comunitários e de apoio à inovação" e não pelos consumidores, como estava inicialmente previsto, adianta a mesma nota.


O gabinete de Jorge Seguro Sanches informa ainda que o parque eólico Windfloat já tem financiamento "através do Programa Europeu NER300 e do Fundo Português de Carbono".


Na semana passada, o Governo anunciou a conclusão dos procedimentos para a instalação de uma plataforma marítima de produção de electricidade, ao largo de Viana do Castelo, no âmbito do projecto eólico Windfloat.


Em causa está o projecto Windfloat Atlantic, de aproveitamento da energia das ondas, coordenado pela EDP, através da EDP Renováveis, que integra o parceiro tecnológico Principle Power, a Repsol, a capital de risco Portugal Ventures e a metalúrgica A. Silva Matos.




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comentários mais recentes
Francisco Torres 19.12.2016

Mais uma para o zé pacóvia pagar na sua conta de electricidade!!!!

Dono dos Burros 18.12.2016

Slater, podes dizer a nós burros que não sabemos, quando custa o MW desta geringonça?E quanto é a diferença entre o que pagamos e o custo que eles cobram que vai para o deficit tarifário? Sabes em quanto está esse deficit tarifário? É que eu para negócios de bichas e amigas das bichas custa-me a dar

Slater 18.12.2016

É tão giro ver aqui os comentários dos marretas do costume, sempre de cara feia, a malhar em tudo que mexa. Lololol
Para eles tudo é uma desgraça, mesmo quando são notícias de cariz positivo. Só vivem bem com as desgraças.
Tristes...

Anónimo 18.12.2016

Para quando uma rotunda q custa tostoes na rua zeca afonso/carvalhido?E q tal semáforos nos multiplos cruzamentos dbaixo da ponte comboio.E tb estacionamentos pra carros a gas.?

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