Energia ERSE obriga a mudanças de nome e imagem da EDP Distribuição e EDP Serviço Universal

ERSE obriga a mudanças de nome e imagem da EDP Distribuição e EDP Serviço Universal

O regulador do sector energético quer que os clientes sejam capazes de distinguir bem as duas empresas do grupo EDP, pelo que vai obrigar as empresas a mudar de nome, avança o Público.
ERSE obriga a mudanças de nome e imagem da EDP Distribuição e EDP Serviço Universal
Negócios 08 de julho de 2017 às 11:06

A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) quer que os clientes distingam as diferentes empresas do grupo EDP, revela o Público este sábado, 8 de Julho.

Em causa estão a EDP Distribuição e a EDP Serviço Universal, que são as empresas que prestam serviços regulados suportados pelas tarifas eléctricas, e a EDP Comercial.

 

Assim, a ERSE quer que as empresas do grupo EDP tenham uma imagem e um nome que facilite a sua distinção.

Os novos regulamentos da ERSE estiveram em consulta pública, e deverão entrar em vigor no próximo ano.

Contactada pelo Negócios, a EDP não fez comentários, rementendo para a notícia do Público as suas declarações. Ao Público, a EDP disse que a "ERSE não definiu ainda o grau de profundidade adicional de diferenciação de imagem que é pretendido", acrescentando que aguarda com "naturalidade" a publicação do regulamento, e a "respectiva sustentação para se poder aferir do eventual alcance adicional requerido a nível da diferenciação de imagem das empresas reguladas, dos prazos de implementação e dos custos que tal possa vir a envolver". 

Mas o Público acrescenta que a EDP Distribuição já alertou para os efeitos económicos desta alteração, admitindo que possam ser assumidos na íntegra pelos consumidores nas tarifas. 

(Notícia actualizada com mais informações)




A sua opinião2
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
mais votado Anónimo 08.07.2017

Sou obrigado a pagar através de comissões, contribuições e impostos o nível de vida passado, actual e futuro de 2200 assalariados da CGD que não são lá precisos para nada. O sindicato deles, o Sindicato Bancário do Sul e Ilhas (SBSI), já analisou os termos oferecidos pela Caixa Geral de Depósitos (CGD) no programa de “Revogações por Mútuo Acordo”, divulgado na última semana de Junho aos trabalhadores do grupo público. E a sentença é negativa: “As condições propostas aos trabalhadores ficam aquém das expectativas.” E agora pergunto eu, quem regula e supervisiona estas criaturas?

comentários mais recentes
Amilcar Alho 09.07.2017

E ainda dizem que a Erse não trabalha. Esta medida corresponde a pelo menos dois anos de trabalho. Força. Os consumidores têm bolsos sem fundo, para suportarem todas estas castas de ignorantes, pagos principescamente.

Anónimo 08.07.2017

Sou obrigado a pagar através de comissões, contribuições e impostos o nível de vida passado, actual e futuro de 2200 assalariados da CGD que não são lá precisos para nada. O sindicato deles, o Sindicato Bancário do Sul e Ilhas (SBSI), já analisou os termos oferecidos pela Caixa Geral de Depósitos (CGD) no programa de “Revogações por Mútuo Acordo”, divulgado na última semana de Junho aos trabalhadores do grupo público. E a sentença é negativa: “As condições propostas aos trabalhadores ficam aquém das expectativas.” E agora pergunto eu, quem regula e supervisiona estas criaturas?

pub