Tecnologias Espanha e Brasil ajudam vendas da Glintt até Setembro

Espanha e Brasil ajudam vendas da Glintt até Setembro

O volume de negócios da tecnológica portuguesa aumentou 8,4% para 49,7 milhões de euros nos primeiros nove meses do ano. Espanha e Brasil contribuíram para o crescimento da actividade internacional da empresa.
Espanha e Brasil ajudam vendas da Glintt até Setembro
Sara Ribeiro 22 de Novembro de 2016 às 17:35

A Glintt fechou os primeiros nove meses do ano com um resultado líquido de 804 mil euros, uma ligeira melhoria de 1,2% face ao mesmo período do ano passado, de acordo com as contas divulgadas esta terça-feira, 22 de Novembro, à CMVM.

O volume de negócios situou-se me 49,7 milhões de euros, um crescimento de 8,4% face ao mesmo período de 2015. A tecnológica refere que esta "evolução deve-se quer à actividade doméstica quer à actividade internacional, em particular nas geografias Espanha e Brasil, verificando-se um contributo dos mercados internacionais de 28% do volume de negócios total".

De Janeiro a Setembro a Glintt teve um lucro operacional (EBITDA) de 5,9 milhões de euros, o que traduz uma subida de 8,9%. A margem EBITDA foi de 11,9%, um valor em linha ao registado no ano anterior (11,8%).

No comunicado enviado à CMVM a empresa sublinha que ao longo deste ano "tem vindo a prosseguir a implementação da nova estratégia definida pelo Conselho de Administração em 2015, nomeadamente, o plano de Organização Corporativa e das Áreas de Negócio", o qual "dotou a empresa de uma estrutura mais eficiente nas vertentes societária, dirigente e operacional, permitindo em simultâneo, alavancar o crescimento da actividade e aumentar a competitividade no mercado, com menores custos de funcionamento e suporte".

Do ponto de vista de mercado, a Glintt reforça que "irá manter o foco no sector da Saúde – em especial Farmácias e Hospitais".

Quanto à vendas dos activos fixos que compõem a Central Fotovoltaica da Horta das Figueiras, em Évora (da Glintt Energy) à Capwatt II – Heat Power, S.A., uma participada da Sonae Capital, adianta que "deverá ser concretizada até 31 de Dezembro de 2016, estando no entanto sujeita à verificação de um conjunto de condições precedentes".

"Caso a venda ocorra nessa data o preço global acordado da transacção será 2.650.000 Euros, valor que está, contudo, sujeito a ajustamento nos termos do contrato", refere.




A sua opinião2
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
comentários mais recentes
Anónimo Há 2 semanas

Glint ? infelizmente é mais um nome a preencher o psi 20, as açoes valiam quando se chamava pararrede,(48€) para quem tem memoria, fizeram como nuno amado,dividir. 100 para 1, penso eu, hoje valem nada,apenas nome,nada mais.Quem se lixou? O mexilhão. Misturar tecnologia c/farmacos (roubo p.ac )

Anónimo Há 2 semanas

Este senhor está todo sorridente, com a divisão das acçoes de 10 para 1 da antiga pararrede, dinheiro esse usurpado ao pequeno acionista, já há anos, hoje glint, valor actual nada, o que rouba pra comer vai preso,o senhor
rouba legalmente anda solto.Valor na época pararrede 48€, glint 0.18.5€

pub