Transportes Estações do metro na Estrela e Santos abrem em 2021

Estações do metro na Estrela e Santos abrem em 2021

A expansão do metro de Lisboa irá custar 215 milhões de euros, segundo o Governo que garante que a decisão já está tomada, avança o Público desta quinta-feira, 15 de Dezembro.
Estações do metro na Estrela e Santos abrem em 2021
Pedro Elias
Negócios 15 de Dezembro de 2016 às 09:08

O metro de Lisboa vai avançar com a construção de duas novas estações, na Estrela e em Santos, num total de 215 milhões de euros. A obra deverá estar concluída em 2021, segundo o Público, que diz que o Governo já tomou a decisão.


O objectivo é prolongar a linha amarela, desde o Rato até ao Cais do Sodré, sendo que planos para uma ligação da linha vermelha a Campo de Ourique deverão avançar em breve, estando à espera de uma solução para o financiamento.


No Porto, o Governo ainda está à espera de consensos com os municípios, ainda que já exista uma base de trabalho que aponta para a necessidade de um investimento que pode chegar aos 270 milhões de euros, diz o Público.


Em Lisboa, referiu o ministro do Ambiente ao jornal, havia duas hipóteses: o prolongamento da linha amarela até ao Cais do Sodré ou da linha vermelha até Alcântara. Foi escolhida a primeira porque já havia solução para o financiamento e porque dá resposta a um dos maiores problemas de mobilidade da cidade.


Segundo os planos, a estação da Estrela deverá ficar localizada no cimo da calçada com o mesmo nome, em frente ao antigo hospital militar. A de Santos ficará entre o Instituto Superior de Economia e Gestão e a Avenida D. Carlos I, mas ainda há negociações com a Câmara de Lisboa quanto ao local preciso.


As obras deverão iniciar-se em 2018, entre as quais se contam intervenções na estação do Cais do Sodré.


Em Abril deste ano abriu a nova estação da Reboleira.  




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mais votado Anónimo Há 2 dias


O BURACO ANUAL DA CGA CUSTA MAIS DO QUE O RESGATE DE UM BANCO


PS - PCP - BE - e seus apoiantes - ROUBAM OS TRABALHADORES E PENSIONISTAS DO PRIVADO

400 milhões de Euros para aumentar as pensões baixas, são migalhas em comparação com...

os mais de 4600 milhões de euros que o Estado vai injetar, em 2017 (e injeta todos anos) através de transferências diretas do Orçamento do Estado (ou seja, com dinheiro pago em impostos pelos restantes portugueses) para assegurar o financiamento do buraco anual das pensões dos FP-CGA.

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Anónimo Há 2 dias


O BURACO ANUAL DA CGA CUSTA MAIS DO QUE O RESGATE DE UM BANCO


PS - PCP - BE - e seus apoiantes - ROUBAM OS TRABALHADORES E PENSIONISTAS DO PRIVADO

400 milhões de Euros para aumentar as pensões baixas, são migalhas em comparação com...

os mais de 4600 milhões de euros que o Estado vai injetar, em 2017 (e injeta todos anos) através de transferências diretas do Orçamento do Estado (ou seja, com dinheiro pago em impostos pelos restantes portugueses) para assegurar o financiamento do buraco anual das pensões dos FP-CGA.

Bernardo Meireles Há 2 dias

Fabiano

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