Media Estado reclama 1,25 milhões ao líder da Ongoing

Estado reclama 1,25 milhões ao líder da Ongoing

Nuno Vasconcellos foi fiador de uma sociedade que não pagou a sua dívida. No seu processo de insolvência pessoal, o empresário junta a Parvalorem. Com o Novo Banco e o BCP reclamam quase 23 milhões.
Estado reclama 1,25 milhões ao líder da Ongoing
Pedro Elias/Jornal de Negócios
Negócios 20 de julho de 2017 às 09:59

O Estado, através da Parvalorem, reclama a Nuno Vasconcellos o pagamento de uma dívida de 1,25 milhões. A notícia é dada pelo Correio da Manhã desta quinta-feira, 20 de Julho.

A Parvalorem é a entidade que herdou os activos tóxicos do BPN. A dívida agora reclamada, no âmbito do processo de insolvência pessoal de Vasconcellos, diz respeito a um empréstimo do BPN à sociedade RSNV, de que o líder da Ongoing era financiador.


Como a sociedade não pagou a dívida, Vasconcellos como fiador ficou com a responsabilidade desse pagamento, concretiza o Correio da Manhã.


O dono do extinto "Diário Económico", agora a viver no Brasil, tem uma dívida de 22,95 milhões de euros no âmbito do seu processo de insolvência pessoal. Além da Parvalorem, o Novo Banco reclama mais de 12 milhões de euros e o BCP outros 9,7 milhões.


Para responder a essa última dívida ao BCP, noticiava em Abril o semanário Expresso, o empresário tinha apenas uma mota de água registada no seu nome.


Em Agosto de 2015, a Ongoing Strategy Investments, a "casa-mãe" do grupo liderado por Vasconcellos, foi declarada insolvente. Nesta, a dívida era superior a 1.300 milhões de euros, já com juros. O Novo Banco e o BCP são também os maiores credores, reclamando quase 800 milhões.




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comentários mais recentes
Anónimo 20.07.2017

http://www.jornaldenegocios.pt/empresas/telecomunicacoes/detalhe/oi-ajudou-ongoing-a-manter-pt-presa-aos-seus-fundos

Anónimo 20.07.2017

http://observador.pt/especiais/ongoing-tudo-a-pt-deu-e-tudo-a-pt-levou/

Anónimo 20.07.2017

Há décads que este sítio se transformou numa belga de pequenos titres que se passeiam pela media e pela casa dos paridos... Um grave problema de identidade....

Anónimo 20.07.2017

E eu sou obrigado a pagar através de comissões, contribuições e impostos o nível de vida passado, actual e futuro de 2200 assalariados da CGD que não são lá precisos para nada. O sindicato deles, o Sindicato Bancário do Sul e Ilhas (SBSI), já analisou os termos oferecidos pela Caixa Geral de Depósitos (CGD) no programa de “Revogações por Mútuo Acordo”, divulgado na última semana de Junho aos trabalhadores do grupo público. E a sentença é negativa: “As condições propostas aos trabalhadores ficam aquém das expectativas.” E agora pergunto eu, quem regula e supervisiona estas criaturas? As do escândalo CGD e de outros escândalos semelhantes. Há muitos casos destes nas organizações portuguesas.

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