Aviação Estudos técnicos sobre solução para aeroporto de Lisboa "em breve"

Estudos técnicos sobre solução para aeroporto de Lisboa "em breve"

O ministro do Planeamento e das Infra-estruturas garante que em 2017 avançará a solução para o reforço de capacidade do aeroporto Humberto Delgado que vier a ser identificada.
Estudos técnicos sobre solução para aeroporto de Lisboa "em breve"
Maria João Babo 18 de Outubro de 2016 às 14:02

O ministro do Planeamento e das Infra-estruturas, Pedro Marques, adiantou esta terça-feira que relativamente à solução para o aumento da capacidade aeroportuária em Lisboa o Governo está "a desenvolver os estudos técnicos que permitirão tomar a decisão" sobre se esse acréscimo passa pelo "aeroporto Humberto Delgado sozinho ou o aeroporto Humberto Delgado com mais alguma pista em breve".


Na apresentação das prioridades do Orçamento do Estado para 201 esta terça-feira, 18 de Outubro, o governante afirmou esperar ter em breve esses estudos técnicos concluídos, incluindo estudos sobre navegação aérea civil e militar que também foram desenvolvidos nos últimos meses.


"Depois de termos os estudos técnicos que suportem decisão, há decisões críticas como a compatibilização da navegação aérea, como questões ambientais, como questões de acessibilidades que têm de ser pesadas e depois avançar para a decisão final", acrescentou.

Pedro Marques sublinhou o objectivo de avançar com a concretização da solução que vier a ser identificada já no ano de 2017.


O contrato de concessão assinado entre o Estado e o grupo Vinci (dono da ANA) determina que as negociações para debater a melhor solução se iniciam quando se atingir o patamar dos 22 milhões de passageiros anuais no aeroporto de Lisboa.


Em 2015 o aeroporto de Lisboa bateu os 20 milhões de passageiros transportados, uma barreira que veio acelerar a necessidade de definição de uma solução para o aumento da capacidade em Lisboa.




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mais votado Anónimo Há 3 semanas


Os ladrões de esquerda

PS ROUBA OS TRABALHADORES E PENSIONISTAS DO PRIVADO


A realidade escondida do défice estrutural no financiamento das pensões da FP (CGA).

Em 2015, as quotas pagas pelos trabalhadores e as contribuições das entidades empregadoras públicas cobriram apenas 38% das despesas com pensões da CGA.

Nesse ano, o Estado contribuiu através de transferências diretas do Orçamento do Estado (ou seja, com dinheiro pago em impostos pelos restantes portugueses) com mais de 4,6 mil milhões de euros para assegurar o financiamento das pensões da CGA.

Conclusão: Os trabalhadores do privado estão fartos de pagar impostos cada vez mais altos para suportar os privilégios desta malta, que gosta de ser sustentada pelos outros.

comentários mais recentes
pertinaz Há 3 semanas

A SOLUÇÃO SERÁ CERTAMENTE A MAIS CARA QUE CONSEGUIREM ENCONTRAR

A GATUNAGEM JÁ ESTÁ A AFIAR AS UNHAS E DENTES

O CONTRIBUINTE SÓ TEM DE PAGAR E CALAR


VAMOS A CAMINHO DO ABISMO

Anónimo Há 3 semanas


Os ladrões de esquerda

PS ROUBA OS TRABALHADORES E PENSIONISTAS DO PRIVADO


A realidade escondida do défice estrutural no financiamento das pensões da FP (CGA).

Em 2015, as quotas pagas pelos trabalhadores e as contribuições das entidades empregadoras públicas cobriram apenas 38% das despesas com pensões da CGA.

Nesse ano, o Estado contribuiu através de transferências diretas do Orçamento do Estado (ou seja, com dinheiro pago em impostos pelos restantes portugueses) com mais de 4,6 mil milhões de euros para assegurar o financiamento das pensões da CGA.

Conclusão: Os trabalhadores do privado estão fartos de pagar impostos cada vez mais altos para suportar os privilégios desta malta, que gosta de ser sustentada pelos outros.

Anónimo Há 3 semanas


Os ladrões de esquerda

PS ROUBA OS TRABALHADORES DO PRIVADO


PS = O partido dos mais Ricos

O PS apenas defende os interesses particulares de alguns grupos:


- Os empresários mais ricos (arranjou-lhes as PPP's);

- Os aposentados/reformados com pensões mais elevadas (opõe-se aos cortes);

- Os funcionários públicos (são os trabalhadores com salários mais elevados).


Os outros portugueses (a maioria)... que se lixem e paguem mais impostos e contribuições para sustentar os anteriores!

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