Indústria Falência de gigantes faz sombra à boa fase do têxtil
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Falência de gigantes faz sombra à boa fase do têxtil

A queda da antiga Triumph e do grupo Ricon aconteceu a poucos dias de a indústria têxtil e de vestuário festejar um novo recorde nas exportações. As empresas também devem “olhar para a floresta”, que está a mudar para um modelo de maior especialização e valor.
Falência de gigantes faz sombra à boa fase do têxtil
António Larguesa 07 de fevereiro de 2018 às 06:10

A poucos dias de confirmar um novo recorde nas exportações em 2017, ano em que terá batido o anterior máximo atingido no já longínquo 2001, o sector do têxtil e vestuário foi abalado nos ú

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mais votado Anónimo Há 1 semana

A grande evolução na cadeia de valor do têxtil português só foi possível porque o sector têxtil, sob a égide da troika UE-FMI, desalocou 45 mil excedentários entre 2008 e 2013. E assim investiu em bens de capital e alocou, na quantidade adequada, talento específico orientado para os novos paradigmas de mercado. Ficou por fazer o mesmo com os restantes sectores da economia portuguesa, a começar pelo infame sector público sindicalizado, despesista e inerentemente extractor de valor como de resto está na sua matriz genética desde o arranjo constitucional socialista de 1976. http://www.jornaldenegocios.pt/empresas/industria/detalhe/textil-iguala-exportacoes-de-2007-com-menos-2500-empresas

comentários mais recentes
Farrapada Tuga Há 1 semana

Estas fabriquetas, sao um cancer, a unica coisa que têm porduzido e subecidios que so servem para engordar os ditos emprezarios do farrapo. Deixem-se de falsas converssas, estao a tantos anos a mamar subecidios e nao se modernizaram, e nunca lhes passa a crise? Algo esta mal e os desgovernados sao L

Anónimo Há 1 semana

A grande evolução na cadeia de valor do têxtil português só foi possível porque o sector têxtil, sob a égide da troika UE-FMI, desalocou 45 mil excedentários entre 2008 e 2013. E assim investiu em bens de capital e alocou, na quantidade adequada, talento específico orientado para os novos paradigmas de mercado. Ficou por fazer o mesmo com os restantes sectores da economia portuguesa, a começar pelo infame sector público sindicalizado, despesista e inerentemente extractor de valor como de resto está na sua matriz genética desde o arranjo constitucional socialista de 1976. http://www.jornaldenegocios.pt/empresas/industria/detalhe/textil-iguala-exportacoes-de-2007-com-menos-2500-empresas

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