Empresas Faria Oliveira: "Gostaríamos, mais que ninguém, que preço da OPA fosse susceptível de melhoria"

Faria Oliveira: "Gostaríamos, mais que ninguém, que preço da OPA fosse susceptível de melhoria"

Faria de Oliveira garantiu que a Caixa Geral de Depósitos tem todo o interesse em que se melhore o preço da oferta pública de aquisição sobre a Cimpor.
Maria João Babo 20 de abril de 2012 às 17:24
O presidente do conselho de administração da CGD, Faria de Oliveira, disse hoje na comissão de economia e Obras Públicas, quando questionado sobre o preço de 5,50 euros oferecido pela Camargo Corrêa na OPA, que “nós, mais que ninguém, gostaríamos que fosse susceptível de melhoria”, lembrando o comunicado divulgado a 2 de Abril em que o banco público considera o preço “aceitável mas susceptível de melhoria”.

Ainda antes, José de Matos, CEO do banco público, referiu sobre a mesma questão que “se tivéssemos conhecido o relatório do conselho de administração da Cimpor antes – que considera o preço baixo e que não incorpora um prémio de controlo adequado - não tínhamos alterado a posição”.

O responsável sublinhou um “problema” no relatório, que é a comparação com séries de 2002 a 2009. Em seu entender, “o mundo antes de 2009 para activos portugueses não tem comparação possível. Comparar com qualquer transacção anterior não tem qualquer sentido”.



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dalia Há 4 dias

diz ele, nós gostaríamos, mas borrámos tudo, somos bons a incompetência e também nisso

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