Aviação Fernando Pinto: “TAP poderá ir para a bolsa e ser um sucesso”
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Fernando Pinto: “TAP poderá ir para a bolsa e ser um sucesso”

Fernando Pinto vai manter-se presidente executivo da TAP. Elogia as escolhas do Governo para a administração da empresa que poderá ir para a bolsa “num espaço de tempo menor do que se imagina”.
Fernando Pinto: “TAP poderá ir para a bolsa e ser um sucesso”
Miguel Baltazar
Celso Filipe 14 de junho de 2017 às 00:01

Fernando Pinto esteve presente na inauguração da rota Lisboa-Toronto, a 10 de Junho, a mais recente aposta da TAP na América do Norte. Em entrevista ao Negócios comenta as escolhas do Estado para a administraçã

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mais votado Anónimo 14.06.2017

A CGD tal como a TAP deve ser pública mas deve estar cotada na bolsa de valores em simultâneo. O Estado deve reter uma participação accionista maioritária, digamos de um mínimo de 51% do capital accionista e direitos de voto, mas o restante deve ser disperso no mercado de acções (os grandes bancos da República Popular da China, que é hoje uma economia mista de mercado, tendencialmente capitalista com capitalismo de Estado inclusivé, como as são as da UE e da América do Norte, seguem este modelo). Dito isto, o despedimento de excedentários e a adopção das mais adequadas e modernas tecnologias da respectiva área, sempre numa óptica de mercado ainda que neste caso a organização seja do sector público, devem ser prioridades da gestão.

comentários mais recentes
Anónimo 15.06.2017

Comprar ações da TAP ??? para suceder o mesmo que aqueles que compraram ações do Banif? ou do BES? ou do Banco Popular? só se fosse idiota...mas quando isso suceder vou ver quantas ações vão comprar a o amigo do Costa , o sr. Fernando Pinto e os pilotos? ...vai ser uma loucura.

policia e gnr velhinhos 60 anos reformados S/corte 14.06.2017

A TAP PAGA MILHÕES DE EUROS AOS ADMNISTRADORES E VAIDOSOS DOS PILOTOS PQ OS TANSOS TUGAS ACEITAM M..ERDA TODA

VIVA LEI APOSENTAÇÃO DO FASCISMO

Anónimo 14.06.2017

A CGD tal como a TAP deve ser pública mas deve estar cotada na bolsa de valores em simultâneo. O Estado deve reter uma participação accionista maioritária, digamos de um mínimo de 51% do capital accionista e direitos de voto, mas o restante deve ser disperso no mercado de acções (os grandes bancos da República Popular da China, que é hoje uma economia mista de mercado, tendencialmente capitalista com capitalismo de Estado inclusivé, como as são as da UE e da América do Norte, seguem este modelo). Dito isto, o despedimento de excedentários e a adopção das mais adequadas e modernas tecnologias da respectiva área, sempre numa óptica de mercado ainda que neste caso a organização seja do sector público, devem ser prioridades da gestão.

Anónimo 14.06.2017

Mas quem e' o parvo que investe numa impresa publica infestada com corruptos que vao devorar tudo, e por fim apresentarem so prejuizos; e' dos geringoncos para geringoncos investirem e nela viajarem.

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