Turismo & Lazer Figueiró dos Vinhos: Depois do fogo, reservas dos hotéis estão a ser "canceladas em massa"

Figueiró dos Vinhos: Depois do fogo, reservas dos hotéis estão a ser "canceladas em massa"

Os 25 alojamentos turísticos de Figueiró dos Vinhos estão a assistir a um cancelamento das reservas turísticas depois dos fogos dos últimos dias. Nenhum destes hotéis foi atingido pelos incêndios.
Figueiró dos Vinhos: Depois do fogo, reservas dos hotéis estão a ser "canceladas em massa"
Cofina Media
André Cabrita-Mendes 24 de junho de 2017 às 14:00
Depois dos fogos, o impacto económico está a afectar as empresas das regiões afectadas pelos incêndios florestais na zona centro do país.

Os turistas estão a cancelar as reservas nos hotéis localizados no concelho de Figueiró dos Vinhos, distrito de Leiria. Nesta região existem 25 alojamentos turísticos e os turistas estão a proceder a cancelamentos depois dos incêndios da última semana.

"Está a ter lugar um cancelamento em massa das reservas" nestes alojamentos de Figueiró dos Vinhos, disse ao Negócios fonte oficial da Nerlei - Associação Empresarial da Região de Leiria esta sexta-feira, 23 de Junho.

"Os hóspedes que tinham previstos estão a cancelar estas reservas", afirma a mesma fonte. Estes cancelamentos vão levar a "prejuízos" nestes 25 alojamentos e a taxa de ocupação já caiu para os 50%, um valor muito abaixo do normal para esta época do ano.

A Nerlei adianta que nenhum destes 25 alojamentos foi afectado ou danificado pelos incêndios dos últimos dias.

Segundo um levantamento feito pela Nerlei a pedido do Negócios, os fogos afectaram diversas empresas no distrito, tal como a Eurovegetal, de resíduos florestais, em Figueiró dos Vinhos, onde o fogo destruiu equipamentos e também matéria-prima.

Já em Castanheira de Pera, o incêndio danificou a empresa têxtil Albano Morgado. Outras empresas no distrito também foram afectadas, como a Enerpellets em Pedrógão Grande ou a Serração Progresso Castanheirense em Castanheira de Pera.

A Nerlei diz que a situação "está complicada" e que está em contacto permanente com as autarquias. A associação empresarial diz que vai para "o terreno" nos próximos dias para calcular os prejuízos.



A sua opinião2
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
comentários mais recentes
Anónimo 25.06.2017

Se cada excedentário de carreira sindicalizado que enviou barrinhas de cereais e garrafinhas de água tivesse sido despedido a tempo e horas, as máquinas para silvicultura e as aeronaves para apagar fogos existiriam em Portugal, estariam disponíveis e teriam actuado convenientemente.

Também quer mamar do pote 24.06.2017

Vão trabalhar deixem de choramingas.

pub
pub
pub
pub