Indústria Fim de linha para três grandes da indústria têxtil no último ano
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Fim de linha para três grandes da indústria têxtil no último ano

Depois do desaparecimento, há meia dúzia de anos, de marcas como a Onara, a Petit Patapon e a Papo d’Anjo, só nos últimos 12 meses sucumbiram três grandes empregadoras da indústria têxtil.
Fim de linha para três grandes da indústria têxtil no último ano
O grupo Ricon, que empregava cerca de 800 pessoas, foi a maior falência do sector têxtil em Portugal desde a desintegração da Maconde, à entrada desta década.
Lusa
Rui Neves 07 de fevereiro de 2018 às 06:00

Ricon, a refém da gant que despediu 800
Tornou-se gigante com a Gant, faliu sem a Gant. Foi a partir de 1991, quando ganhou a representação desta marca de vestuário internacional, que o grupo Ricon,

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Anónimo 07.02.2018

A grande evolução na cadeia de valor do têxtil português só foi possível porque o sector têxtil, sob a égide da troika UE-FMI, desalocou 45 mil excedentários entre 2008 e 2013. E assim investiu em bens de capital e alocou, na quantidade adequada, talento específico orientado para os novos paradigmas de mercado. Ficou por fazer o mesmo com os restantes sectores da economia portuguesa, a começar pelo infame sector público sindicalizado, despesista e inerentemente extractor de valor como de resto está na sua matriz genética desde o arranjo constitucional socialista de 1976. http://www.jornaldenegocios.pt/empresas/industria/detalhe/textil-iguala-exportacoes-de-2007-com-menos-2500-empresas

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