Banca & Finanças Finanças esperam conclusão “expedita” da aprovação de Paulo Macedo

Finanças esperam conclusão “expedita” da aprovação de Paulo Macedo

A aprovação final da nova administração da Caixa “terá lugar nos próximos dias”, confirmou fonte oficial das Finanças. Tutela espera conclusão “expedita” da aprovação da equipa de Paulo Macedo, cuja maioria dos membros já tem luz verde do BCE, como o Negócios revela.
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Maria João Gago 18 de janeiro de 2017 às 11:02

O Governo espera que a conclusão do processo de autorização da nova administração da Caixa Geral de Depósitos, liderada por Paulo Macedo, seja "expedita", adiantou fonte oficial do Ministério das Finanças, em resposta às questões do Negócios.

 

"Confirma-se que a aprovação terá lugar nos próximos dias e que tudo está a avançar muito bem com o Banco Central Europeu", adiantou fonte oficial do gabinete de Mário Centeno, explicando que, "neste momento trata-se apenas de um procedimento administrativo que as autoridades de supervisão farão de forma expedita".

 

Tal como o Negócios noticia esta quarta-feira, 18 de Janeiro, a maior parte dos membros da equipa de Paulo Macedo já recebeu luz verde do supervisor europeu. Dos oito nomes submetidos ao escrutínio do BCE, seis já têm o seu registo de idoneidade aprovado.

 

"Os processos vão sendo despachados à medida que se concluem os diferentes passos", confirma fonte oficial do Ministério das Finanças na resposta enviada ao Negócios esta quarta-feira.

 

Como o Negócios adianta, as duas autorizações em falta são esperadas para os próximos dias, podendo ser concedidas ainda esta semana. Daí que o Ministério das Finanças pretenda esperar que o BCE conclua todo o processo de avaliação dos candidatos à gestão da Caixa para formalizar a nomeação da equipa liderada por Paulo Macedo.

Os nomes sob escrutínio do BCE

Os oito nomes que a tutela enviou para Frankfurt incluem sete administradores executivos – Paulo Macedo, José João Guilherme, Maria João Carioca, José Brito, Francisco Cary, Nuno Martins e João Tudela Martins – e um não executivo, Rui Vilar, que assumirá as funções de "chairman". Não foi possível confirmar quais os nomes que já receberam aval do BCE e os que ainda aguardam luz verde do supervisor.

Segundo fontes contactadas pelo Negócios, o processo de autorização da nova administração da CGD por parte do BCE está a ser feito de forma faseada para acelerar a avaliação. Isto apesar de o supervisor europeu não analisar apenas a competência individual de cada gestor, mas também a adequação da equipa como um todo para o exercício de funções de gestão do banco do Estado.

 

Foi a 19 de Dezembro, ou seja, há menos de um mês, que o BCE recebeu a lista de candidatos à administração da Caixa. Apesar das férias de Natal, já houve capacidade de terminar a aprovação da maior parte dos nomes.

A nova equipa vai ser nomeada para um novo mandato de quatro anos, em vez de ir concluir a missão que a anterior administração iniciou a 31 de Agosto. Esta decisão, tomada pelo Governo, possibilita que a CGD tenha este elenco de administradores até ao final de 2020, mais um ano do que a missão inicial do conselho liderado por António Domingues. Além disso, com esta alteração, o fim do mandato da equipa de Paulo Macedo vai coincidir com o último ano de execução do plano de negócios da Caixa, acordado com Bruxelas no âmbito da aprovação da capitalização do banco público.

Equipa de não executivos reforçada mais tarde

Além dos oito administradores que as Finanças pretendem nomear em breve, será ainda necessário eleger mais administradores não executivos para que as comissões de controlo da gestão executiva possam funcionar. No entanto, o Governo optou por adiar a nomeação desta parte da equipa para uma fase posterior.

Com esta decisão, a tutela pretendeu também agilizar a substituição da equipa executiva da Caixa. Tendo em conta as exigências do BCE relativamente à disponibilidade de tempo dos não executivos, bem como os limites à acumulação de cargos por parte destes responsáveis definidos na legislação portuguesa, é difícil recrutar administradores que passem no crivo do BCE. Daí que o Governo tenha decidido conduzir esta parte do processo com tempo.

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