Empresas Forma como contratos das PPP estão feitos "permite o descalabro completo dos encargos para o Estado"

Forma como contratos das PPP estão feitos "permite o descalabro completo dos encargos para o Estado"

"A forma como os contratos das PPP estão feitos permite o descalabro completo dos encargos para o estado ", afirmou hoje na comissão parlamentar de inquérito das PPP Avelino de Jesus.
Negócios 29 de maio de 2012 às 11:53
O professor universitário, que chegou a integrar a comissão criada pelo governo PS e pelo PSD de avaliação das PPP, explicou que estes são contratos abertos, que podem ser empolados em 20% a 30%, dependendo da vontade politica e da forma como são geridos. Avelino de Jesus admitiu que em 2011 os encargos do estado com PPP terão ficado 30% acima do previsto inicialmente

Em sua opinião os encargos para o estado com PPP “tendem a ser empolados porque não estão incluídos valores de reequilíbrios financeiros”.

Para Avelino de Jesus, “os reequilíbrios financeiros permitem um empolamento quase indefinido porque não há limites”.

Avelino de Jesus, que abandonou a comissão de avaliação das PPP criada no governo de José Sócrates queixando-se de falta de acesso a documentação para fazer o trabalho, escusou-se a avançar com valores concretos relativamente aos encargos do estado com PPP.


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asCeta8pxb24 26.10.2016

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Anónimo 31.05.2012

Falta um P no PPP :
Prostitutas Públicas Proxenetas Privados.
Cada Povo tem o que merece, há quase 40 anos que, de 4 em 4 anos, votam nos mesmos ou não votam o que é o mesmo...
Gostaram?... Querem mais?

Anónimo 29.05.2012

Estes tipos são um exemplo do que empreendedorismo deste pais. Desde 1998 que estes vigaristas usam imensos esquemas fraudulentos,
como falsos contratos de prestação de serviços, falsas declarações à Segurança Social, etc. Nos últimos anos tem concentrado a sua acção
na contratação de vários estagiários ao abrigo do programa Inov e outros, estagiários esses que depois são colocados em clientes como consultores experientes.
Os programas do governo para incentivo ás PME (IAPMEI) também estão debaixo da mira destes vigaristas. Passam projectos de empresa para empresa e com isso recebem
Incentivos do estado, como se de projectos novos se tratasse: veja-se o exemplo do projecto Concillium usado pela Zon nas suas assembleias, ou
o produto MediaVision usado pela IWayTrade. Recebem ainda vários incentivos estatais por sediarem as suas empresas em lugares como Ílhavo e Santarém
(na vivenda do "Dr" Luis Gama), quando na verdade as sedes da empresas são em Lisboa.
Este vigarista, Luís Gama tem estado desde sempre envolvido em esquemas. Esteve envolvimento num esquema de burla na Servibanca,
com o seu amigo Renan Souza e sócio da Match-Profiler, esquema esse que foi trazido a publico pelos colaborados do Millenium BCP no blog do Zé Bancario.
Hoje encontra-se em esquemas com um dos directores de IT da Zon, o Paulo Rocha que coloca colaboradores da Sysmatch na Zon.
Tem ainda esquemas de colocação de estagiários em clientes, acordos esses firmados com o comercial da NetPeople, Luís Jorge.

Ate quando estes vigaristas ficam inpunes??

Simples cidadão 29.05.2012

E quanto a quem em nome do País assinou estes contratos? Responsabilidade zero?

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