Avelino de Jesus
Forma como contratos das PPP estão feitos "permite o descalabro completo dos encargos para o Estado"
29 Maio 2012, 11:53 por Jornal de Negócios Online | negocios@negocios.pt
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"A forma como os contratos das PPP estão feitos permite o descalabro completo dos encargos para o estado ", afirmou hoje na comissão parlamentar de inquérito das PPP Avelino de Jesus.
O professor universitário, que chegou a integrar a comissão criada pelo governo PS e pelo PSD de avaliação das PPP, explicou que estes são contratos abertos, que podem ser empolados em 20% a 30%, dependendo da vontade politica e da forma como são geridos. Avelino de Jesus admitiu que em 2011 os encargos do estado com PPP terão ficado 30% acima do previsto inicialmente

Em sua opinião os encargos para o estado com PPP “tendem a ser empolados porque não estão incluídos valores de reequilíbrios financeiros”.

Para Avelino de Jesus, “os reequilíbrios financeiros permitem um empolamento quase indefinido porque não há limites”.

Avelino de Jesus, que abandonou a comissão de avaliação das PPP criada no governo de José Sócrates queixando-se de falta de acesso a documentação para fazer o trabalho, escusou-se a avançar com valores concretos relativamente aos encargos do estado com PPP.

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