Banca & Finanças Funcionários da CGD têm três meses para rescindir
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Funcionários da CGD têm três meses para rescindir

A comissão de trabalhadores está contra a proposta de rescisão na Caixa Geral de Depósitos, que prevê compensações entre 1,6 e 2,1 salários por ano trabalhado. "Isto é uma ideia a rejeitar", diz Jorge Canadelo.
Funcionários da CGD têm três meses para rescindir
Paulo Duarte/Negócios
Diogo Cavaleiro 29 de junho de 2017 às 00:01

Os trabalhadores da Caixa Geral de Depósitos têm três meses para decidir se querem aderir ao programa de rescisões por mútuo acordo lançado pela administração de Paulo Macedo, no âmbito do qual )

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comentários mais recentes
Anónimo 29.06.2017

O governo dá aos seus funcionários em rescisões uma miséria mas para a malta da banca tudo é dado de bandeja. Este é um governo de esquerda. Da maioria da malta não levam mais votos. Antes o Passos, pelo menos não são hipócritas. E onde estão agora os sindicatos de esquerda?

Anónimo 29.06.2017

A CGD só tem lá 2200 excedentários pagos com o seu peso em ouro, salários e prestações sociais incluídas, que só agora foram "detectados" porque a UE alertou a gestão da organização para o facto começando finalmente a fazer-se luz. Outros bancos, altamente subsidiados, assim como diversas áreas do sector público em geral, sofrem do mesmo síndroma. Mas vai ser tarde demais e a factura é gigantesca porque a factura do excedentarismo é gigantesca e acarreta custos de oportunidade colossais.

Anónimo 29.06.2017

Ver o "exemplo" do BCP em 2012 - entregar a decisão às chefias que "convidam" colaboradores, apenas para se salvarem a eles próprios e aos conhecidos, sem aviso prévio e/ou lealdade ... apenas um "mail" enviado! Contratar empresas p/ convencer as pessoas a sair, criando falsa esperança...

Anónimo 29.06.2017

A malta com qualificações e carteira de clientes vai dar à sola e com os bolsos cheios. Ficam na CGD os calhambeques que já só pegam de esticão.
O princípio do fim da CGD.

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