Agricultura e Pescas Fundo Azul arranca com 13,6 milhões de euros

Fundo Azul arranca com 13,6 milhões de euros

O fundo de investimento em investigação e empreendedorismo associados ao mar, que o Governo prevê operacional a 1 de Janeiro próximo, já teve demonstrações de interesse da Noruega e EUA.
Fundo Azul arranca com 13,6 milhões de euros
Ana Paula Vitorino apresentou esta sexta-feira, 28 de outubro, o Mar2020.
Bruno simão
Isabel Aveiro 28 de Outubro de 2016 às 13:51
O Fundo Azul, mecanismo que o actual Executivo criou este ano e que "pretende abranger todas as áreas que não são abrangidas pelo [programa operacional] Mar2020", vai ter uma "constituição inicial" de 13,6 milhões de euros, afirmou esta sexta-feira a ministra do Mar, Ana Paula Vitorino.

A ministra do Mar adiantou que, daquele valor, "10 milhões serão financiados pelo Orçamento do Estado" de 2017, caso, salientou, a proposta do Governo seja aprovada. Outros "dois milhões virão do fundo ambiental, 800 mil do fundo energético e 800 mil do fundo de segurança alimentar", disse. 

A governante recordou ainda que "parte das taxas cobradas" pelos serviços portuários "irão contribuir para o Fundo Azul". O financiamento do Fundo Azul foi publicado em Março passado e inclui, inclusivamente, as explorações offshore.

O mecanismo, que visa, sobretudo, investir em áreas com mais risco e menos rentabilidade, como a investigação, a ciência, e o empreendedorismo em economia do mar, estará operacional a partir de 1 de Janeiro de 2017, agendou Ana Paula Vitorino aos jornalistas, após a apresentação do programa Mar2020, que decorreu esta sexta-feira na gare Marítima de Alcântara.

A titular do Governo com o pelouro do Mar reiterou ainda a vontade de ter a adesão de capital de risco à iniciativa do Executivo em criar o Fundo Azul garantindo que "há demonstração de interesse" com origem na Noruega e dos Estados Unidos da América (EUA). Com a FLAD – Fundação Luso-Americana para o desenvolvimento, poderá ser criado "um protocolo" – "irão apoiar alguns projectos", disse Ana Paula Vitorino.



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mais votado Anónimo Há 1 semana


FP . CGA – 40 ANOS A ROUBAR OS TRABALHADORES E PENSIONISTAS DO PRIVADO


70% da despesa do estado é composta por salários e pensões da FP.

Ou seja, a maioria dos cortes terá que incidir sobre a maior fatia da despesa.

Qual é a dúvida?

comentários mais recentes
Anónimo Há 1 semana

O comentário sobre os "70%" é algo exagerado. Aliás, antes de falarem sobre o corte sobre pensões e ordenados, porque nunca são referidos os contratos de PPP que são ruinosos para o estado?O candidato Paulo de Morais referiu isso, mas curiosamente não fez eco na comunicação social.

Anónimo Há 1 semana


FP . CGA – 40 ANOS A ROUBAR OS TRABALHADORES E PENSIONISTAS DO PRIVADO


70% da despesa do estado é composta por salários e pensões da FP.

Ou seja, a maioria dos cortes terá que incidir sobre a maior fatia da despesa.

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