Energia Galp anuncia entrada em produção de navio-plataforma no Brasil

Galp anuncia entrada em produção de navio-plataforma no Brasil

A nova unidade, a sétima a entrar ao serviço em seis anos no campo Lula/Iracema, no âmbito do consórcio liderado pela brasileira Petrobras e em que a Galp tem uma participação de 10%.
Galp anuncia entrada em produção de navio-plataforma no Brasil
DR/Petrobras
Paulo Zacarias Gomes 18 de maio de 2017 às 08:02
A Galp anunciou esta quinta-feira, 18 de Maio, a entrada em produção de uma nova plataforma petrolífera no campo Lula/Iracema. Esta que é - segundo o comunicado enviado pela energética à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários - a sétima plataforma a operar em seis anos, é igualmente "a primeira unidade replicante a iniciar produção."

Trata-se do navio-plataforma FPSO P-66 - uma unidade flutuante para produção, armazenamento e transferência -, que opera na área de Lula Sul, no pré-sal da bacia de Santos, e que ficará interligada a dez poços produtores e a oito injectores.

"A P-66 terá a função de separar o óleo do gás e da água durante o processo de produção, armazená-lo nos tanques de carga para, finalmente, transferi-lo para navios petroleiros, que serão os responsáveis pelo seu transporte," lê-se no site da Petrobras.

O consórcio liderado pela Petrobras - em que a Galp tem uma participação de 10% - tem em curso a construção de seis plataformas do mesmo género. 

De acordo com a Galp, o complexo tem capacidade para processar diariamente 150 mil barris de petróleo e 6 milhões de metros cúbicos de gás natural.

Este navio plataforma está a cerca de 290 quilómetros da costa do Estado do Rio de Janeiro e ancorada a uma 2.150 metros de profundidade, acrescenta a Galp, que espera que a operação comercial desta unidade "beneficie das excelentes condições dos reservatórios do campo Lula, que têm vindo a suportar elevados níveis de produtividade".

A sua opinião0
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
pub