Tecnologias Google e Walmart juntam forças para lutar contra a Amazon

Google e Walmart juntam forças para lutar contra a Amazon

A Google aliou-se à retalhista Walmart para fazer frente à Amazon na área das compras realizadas pelos assistentes pessoais virtuais activados por voz. A partir do final do próximo mês, o Google Assistant vai oferecer milhares de produtos disponíveis na Walmart.
Google e Walmart juntam forças para lutar contra a Amazon
Bloomberg / Reuters / Getty Images
Ana Laranjeiro 23 de agosto de 2017 às 11:36

Aliar forças para enfrentar o concorrente comum. A Amazon tem uma posição dominante no mercado dos assistentes pessoais virtuais activados por voz. A gigante do comércio electrónico detém o Echo, que está ligado ao assistente de voz Alexa (que está assente na cloud). Através deste dispositivo e deste assistente é possível realizar várias tarefas, incluindo criar listas de compras e fazer encomendas de produtos.

Numa tentativa de travar a hegemonia da companhia liderada por Jeff Bezos, a Alphabet – dona da Google – e a Walmart decidiram juntar forças para entrar neste segmento das compras que são realizadas com recurso a estes assistentes pessoais virtuais, conta a Reuters.

A partir do final do próximo mês, a Google vai oferecer milhares de produtos disponíveis na Walmart no Google Assistent, disponível em smartphones android (sistema operativo da Google). O anúncio foi feito por Marc Lore, líder da área de comércio electrónico da retalhista, no blog esta quarta-feira. O responsável acrescentou que a cadeia de retalho vai oferecer uma ampla selecção de produtos, maior do que qualquer retalhista na plataforma.

"Um das principais utilizações das compras através de voz é criar um cabaz com compras já realizadas de bens essenciais para o dia-a-dia", disse em entrevista Lore, citado pela agência. Os planos da retalhista para esta modalidade não se ficam por aqui e no próximo ano poderão ser conhecidas novidades.


A popularidade destes assistentes está em crescimento. Contudo, a sua utilização centra-se muito no desenvolvimento de tarefas básicas como chamadas e música, refere a Reuters.




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