Banca & Finanças Governo já apresentou proposta aos bancos sobre crédito malparado

Governo já apresentou proposta aos bancos sobre crédito malparado

Costa revelou que na segunda-feira decorreu uma reunião no Ministério das Finanças com o Banco de Portugal e os três principais bancos para lhes apresentar a proposta para o malparado. Agora, Governo aguarda parecer.
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Marta Moitinho Oliveira 08 de junho de 2017 às 15:54
O Governo já apresentou aos bancos a proposta para resolver o problema do crédito malparado e aguarda agora pareceres destes sobre o assunto. A revelação foi feira por António Costa, no debate quinzenal que decorre no Parlamento. 

"Ainda segunda-feira houve uma reunião entre o Ministério das Finanças, o Banco de Portugal e os três principais bancos do país com o mais elevado risco de forma a apresentarem aos bancos uma proposta para eles darem parecer", disse o primeiro-ministro na Assembleia da República.

Costa respondia a uma questão do PSD que insistiu no assunto face à ausência de resposta em debates anteriores. "Como é que está o estudo sobre o crédito malparado e o famoso veículo que vossa excelência disse que ia criar", perguntou o líder parlamentar social-democrata, Luís Montenegro. 

O ministro das Finanças disse esta semana, numa conversa através das redes sociais com internautas, que os bancos têm vindo a baixar o crédito malparado e que pretendem continuar a baixá-lo este ano. Mas não avançou valores. 





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mais votado Anónimo Há 2 semanas

O que mais deve preocupar os portugueses junto do sector financeiro são os conflitos de interesse e as quebras do dever fiduciário. Conflitos de interesse como aqueles que se prendem com os resgates estatais e subsídios constantes à banca, aos banqueiros e, é bom nunca esquecê-lo, aos milhares de bancários e ex-bancários, agora aposentados, deste país. Isto constitui um onerosíssimo custo de oportunidade. As quebras de dever fiduciário prendem-se com situações de alterações de termos de contrato que prejudicam os clientes, comissões ocultas, aumento indiscriminado de comissões, burocracias anacrónicas, etc. Isto constitui um onerosíssimo custo de contexto.

comentários mais recentes
Marta Guimaraes Há 2 semanas

Ó surpreso!
Cala a boca retornado ressabiado. Para lixo já chega o que escreves no Observador com o nick victor guerra.

Conselheiro de Trump Há 2 semanas

Nem mais,era de esperar q la estivesse a pessoa certa(certa maneira de falar) e ela era o curandeiro de algarismos mimico aritmetico.Junta-se ali um magote de gameleiros so para fazer massa,mas as pessoas certas fogem do confronto.E isto q descredibiliza a economia q a gerigonca apregoa,falsos,aldra

Anónimo Há 2 semanas

O que mais deve preocupar os portugueses junto do sector financeiro são os conflitos de interesse e as quebras do dever fiduciário. Conflitos de interesse como aqueles que se prendem com os resgates estatais e subsídios constantes à banca, aos banqueiros e, é bom nunca esquecê-lo, aos milhares de bancários e ex-bancários, agora aposentados, deste país. Isto constitui um onerosíssimo custo de oportunidade. As quebras de dever fiduciário prendem-se com situações de alterações de termos de contrato que prejudicam os clientes, comissões ocultas, aumento indiscriminado de comissões, burocracias anacrónicas, etc. Isto constitui um onerosíssimo custo de contexto.

Anónimo Há 2 semanas

O que mais deve preocupar os portugueses junto do sector financeiro são os conflitos de interesse e as quebras do dever fiduciário. Conflitos de interesse como aqueles que se prendem com os resgates estatais e subsídios constantes à banca, aos banqueiros e, é bom nunca esquecê-lo, aos milhares de bancários e ex-bancários, agora aposentados, deste país. Isto constitui um onerosíssimo custo de oportunidade. As quebras de dever fiduciário prendem-se com situações de alterações de termos de contrato que prejudicam os clientes, comissões ocultas, aumento indiscriminado de comissões, burocracias anacrónicas, etc. Isto constitui um onerosíssimo custo de contexto.

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