Transportes Governo: "Não há razões para alarme na segurança do transporte aéreo"

Governo: "Não há razões para alarme na segurança do transporte aéreo"

O ministro do Planeamento recusa a proposta feita pelo director do Gabinete de Prevenção e Acidentes com Aeronaves para criação de uma taxa de 20 cêntimos por bilhete de avião para resolver as dificuldades financeiras da entidade.
Governo: "Não há razões para alarme na segurança do transporte aéreo"
Pedro Elias/Negócios
Maria João Babo 18 de Outubro de 2016 às 12:52

O ministro do Planeamento e das Infra-estruturas, Pedro Marques, garantiu esta terça-feira, 18 de Outubro, na conferência de imprensa para apresentação do Orçamento do Estado para 2017, que "o Governo está muito confortável com os níveis de segurança que temos na nossa capacidade aeroportuária e no transporte aéreo em geral".


O ministro reagia às declarações que o director do Gabinete de Prevenção e Acidentes com Aeronaves (GPIAA) fez à TSF, afirmando que a entidade não tem condições para cumprir a sua missão devido a dificuldades financeiras e reclamando a criação de uma taxa de 20 cêntimos por bilhete de avião para resolver o problema.


Para Pedro Marques, "mais do que estar a discutir qualquer nova taxa , é importante saber que quer esse Gabinete como a Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) têm desenvolvido  um conjunto de investimentos nos últimos anos e de planos  de segurança".

"As nossas infra-estruturas aeroportuárias são das mais seguras ", frisou o ministro, salientando que "em matéria de segurança não há nenhuma razão para os portugueses terem alguma dúvida quanto à capacidade de prevenção e de acção em matéria de segurança nos nossos aeroportos".


"Nós temos segurança no nosso transporte aéreo e na nossa capacidade aeroportuária e não precisamos desse tipo de receios, que não são fundados", acrescentou.


Também o secretário de Estado das Infra-estruturas, Guilherme d´Oliveira Martins, sublinhou que "não há razões para alarme", realçando que no último ano têm sido implementadas uma serie de medidas sensíveis no sector.


O responsável destacou que as inspecções a aeronaves estrangeiras têm sido intensificadas, que tem havido um incremento de auditorias aos operadores aéreos em  44% e nas estruturas aeroportuárias em 14%.




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