Banca & Finanças Há mais custos por incorporar na banca
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Há mais custos por incorporar na banca

A directiva dos mercados financeiros obriga a investimentos por parte dos bancos que, no entanto, não quantificam os encargos adicionais com a DMIF II.
Há mais custos por incorporar na banca
Diogo Cavaleiro 26 de dezembro de 2017 às 23:15

Os bancos não revelam qual o custo que terão de enfrentar com a implementação das novas regras de comercialização de produtos financeiros. Regras que vêm da nova directiva DMIF II, mas que também )

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mais votado Quanto custará o MIFID II ? 27.12.2017

Há Gestoras que lamentavelmente não sabem quanto lhes está a custar os Fundos de Investimento de produção própria.
E que (depois) fixam “a olho” as comissões que cobram aos clientes;
E que (depois) obtêm, para o conjunto dos Fundos que comercializam, rendibilidades para os capitais próprios regulamentares, da ordem dos 500 % !
Tal deveria ser alvo de supervisão no sentido de se verificar se estava a ser aplicado o prescrito no código deontológico da Associação dos Fundos, de “comissões razoáveis”, e de se obrigar as Gestoras a terem uma contabilidade organizada de forma a apurar-se com rigor quanto está a custar um Fundo.
Sem existência de tal contabilidade, compreende-se que seja impossível responder a uma pergunta tão simples como ter ao menos uma ideia de quais vão ser os custos previsíveis do MIFID .
A “talhe de foice” pode avançar-se que, para 40 bancos de investimento e 4oo Gestoras de ativos, os custos de preparação do MIFID II, em 2017, foram de cerca de 2 biliões de € !

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Quanto custará o MIFID II ? 27.12.2017

Há Gestoras que lamentavelmente não sabem quanto lhes está a custar os Fundos de Investimento de produção própria.
E que (depois) fixam “a olho” as comissões que cobram aos clientes;
E que (depois) obtêm, para o conjunto dos Fundos que comercializam, rendibilidades para os capitais próprios regulamentares, da ordem dos 500 % !
Tal deveria ser alvo de supervisão no sentido de se verificar se estava a ser aplicado o prescrito no código deontológico da Associação dos Fundos, de “comissões razoáveis”, e de se obrigar as Gestoras a terem uma contabilidade organizada de forma a apurar-se com rigor quanto está a custar um Fundo.
Sem existência de tal contabilidade, compreende-se que seja impossível responder a uma pergunta tão simples como ter ao menos uma ideia de quais vão ser os custos previsíveis do MIFID .
A “talhe de foice” pode avançar-se que, para 40 bancos de investimento e 4oo Gestoras de ativos, os custos de preparação do MIFID II, em 2017, foram de cerca de 2 biliões de € !

Anónimo 27.12.2017

Estou de acordo. Nacionalizem-se Bancos, Auto Europa, TAP, GALP, hipermercados, volte a reforma agrária, todas as forças produtivas do país deverão ser nacionalizadas a bem de todo o povo. Tudo público e assim viveremos todos felizes e contentes com bons ordenados, 35h nos locais de trabalho, 30 dias úteis de férias, tolerâncias de ponto, todos com progressões automáticas de carreiras. e se o resto da europa não gostar, que importa? É preciso é que eles não esqueçam de mandar para cá os fundos estruturais. Como dizia o outro, a dívida nem é para se pagar.

Dono dos Burros 27.12.2017

Prendam-se estes ladrões. Nacionalizem-se os bancos. Que raio, anda tudo entretido com o facebook e não vêem o que se passa no mundo real?

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