Empresas Inapa: Alemanha é o maior mercado, mas eleições não são preocupação

Inapa: Alemanha é o maior mercado, mas eleições não são preocupação

“Não temos posição tomada, nem nada nos preocupa demasiado em relação às eleições alemãs”, diz Diogo Rezende, líder da Inapa, em relação às eleições na Alemanha.
Inapa: Alemanha é o maior mercado, mas eleições não são preocupação
Diogo Cavaleiro 24 de setembro de 2017 às 14:30

A Inapa perdeu negócio na Alemanha nos primeiros seis meses do ano. Contudo, este continua a ser o maior mercado da distribuidora de papel. E não é um mercado que cause preocupações, apesar das eleições que têm lugar este domingo.

 

"Não estamos preocupados com o resultado das eleições na Alemanha, porque achamos que não há em cima da mesa decisões que possam vir a ser tomadas que tenham impacto directo no negócio", indica ao Negócios o presidente da Inapa, Diogo Rezende.

 

Na passada sexta-feira, a Inapa divulgou vendas de 405 milhões de euros até Junho, sendo que a Alemanha conta para 191 milhões. O segundo maior mercado é o francês, após a compra da Papyrus, com 142 milhões de vendas.

 

Este domingo, há um evento específico na Alemanha: as eleições gerais germânicas, cujo resultado deverá apontar, segundo indicam as sondagens, para uma vitória de Angela Merkel. De qualquer forma, antecipa-se a perda de poder dos maiores partidos e uma maior distribuição de assentos no Parlamento.

 

Certo é que, para Diogo Rezende, "não estão em cima aspectos ligados a legislação laboral, coisas que envolvam empresas directamente". Daí que a Inapa esteja descansada. E que não tenha favoritismos políticos: "Não temos posição tomada, nem nada nos preocupa demasiado em relação às eleições alemãs. A única coisa que desejamos é que haja estabilidade política após as eleições".




A sua opinião0
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
pub
pub
pub
pub