Empresas ITSector abre novo centro de competências em Aveiro e cria 60 empregos

ITSector abre novo centro de competências em Aveiro e cria 60 empregos

A ITSector, tecnológica especialista no desenvolvimento de “software”, que emprega 350 pessoas nos seus centros de competências do Porto, Lisboa e Braga, inaugura esta terça-feira, em Aveiro, o seu quarto pólo de actividade, onde vai criar 60 postos de trabalho.
ITSector abre novo centro de competências em Aveiro e cria 60 empregos
Rui Neves 20 de dezembro de 2016 às 11:56

Depois do Porto, onde foi fundada em 2005, Lisboa e Braga, a ITSector inaugura esta terça-feira, 20 de Dezembro, em Aveiro, o seu quarto centro de competências "nearshore" (prestação de serviços tecnológicos a terceiros, "de alta qualidade e a preços competitivos", a partir de Portugal para uma geografia próxima).

"Pretendemos que o centro de Aveiro atinja, a curto prazo, os 60 colaboradores, dos quais cerca de 70% vão corresponder a novas contratações. Na linha do que já fizemos em Braga, a escolha de Aveiro prende-se com o objectivo estratégico de estarmos próximos dos grandes pólos universitários nacionais", explica Renato Oliveira, presidente da ITSector, em comunicado.

Presente em Portugal, Polónia, Reino Unido, Angola e Moçambique, a empresa garante que implementou, no último ano, mais de duas centenas de projectos em geografias tão diversas como Inglaterra, França, Luxemburgo, Espanha, Itália, Rússia, Islândia, Alemanha, Dinamarca, Timor-Leste, Quénia e África do Sul.

Com os 60 novos trabalhadores previstos para o centro de Aveiro, a ITSector passa a contar com um efectivo de 410 pessoas. Em Abril passado, em entrevista ao Negócios, Renato Oliveira avançava que a empresa aposta na abertura de mais centros de competências em Portugal, pelo que estimava "ultrapassar a fasquia dos 500 colaboradores até 2018".

Fundada em 2005, na cidade do Porto, a ITSector conta hoje com mais de 350 colaboradores. A empresa, que mantém parcerias estratégicas com algumas das mais conceituadas companhias mundiais de "software", como a Microsoft, Google e IBM, fechou o último exercício com uma facturação de 14 milhões de euros, 36% dos quais foram gerados pelos mercados internacionais.




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