Banca & Finanças KPMG alarga em 16% equipa de sócios

KPMG alarga em 16% equipa de sócios

A KPMG decidiu abrir a equipa de sócios, passando de 44 para 51. As novas nomeações referem-se a sete profissionais que estavam já na auditora.
KPMG alarga em 16% equipa de sócios
Bruno Simão/Negócios
Diogo Cavaleiro 13 de setembro de 2017 às 13:19

Eram 44, agora são 51. A equipa de sócios da KPMG vai alargar-se em 16% a 1 de Outubro, com a integração de sete funcionários na chamada "partnership" da auditora americana que, este ano, ficou sem clientes nos maiores bancos portugueses.

 

"Estes profissionais têm mostrado um inabalável compromisso com o nosso propósito e valores, bem como com a nossa visão, estratégia e promessa. A sua chegada à ‘partnership’ é também ilustrativa da nossa aposta no fortalecimento e diversificação das nossas áreas de competência, capacitando-nos para responder aos desafios do futuro e da inovação tecnológica", diz, citado no comunicado enviado esta terça-feira 12 de Setembro, o presidente da KPMG, Sikander Sattar (na foto).

 

As promoções a sócios abarcam várias áreas de cobertura da empresa que presta serviços de auditoria e consultoria: Céu Carvalho (área fiscal); Gonçalo Traquina e Nuno Esteves (gestão e consultoria de risco); João Madeira e Filipa Barreto (assessoria de negócios); Manuel J. Martins e Marcelo C. Fernandes (assessoria de tecnologias de informação). Todos estavam já a exercer funções na KPMG, efectivando-se as nomeações a 1 de Outubro.

 

A par da nomeação de sete novos sócios, a KPMG adianta que vai integrar mais de 200 recém-graduados, no culminar de um processo de recrutamento que contou com mais de 5.000 candidaturas.

 

Este é um novo passo de alargamento da auditora, depois de, no final de 2013, ter protagonizado uma das grandes mudanças nas chamadas "big four", as quatro grandes empresas mundiais de auditoria (KPMG, PwC, Deloitte e EY). Nessa altura, a KPMG contratou cinco sócios à PwC, momento em que Nassar Sattar se juntou ao irmão Sikander Sattar.

 

Neste momento, a KPMG, que era a auditora do BES (facto que obrigou à prestação de contas de Sattar na comissão parlamentar de inquérito à gestão do banco) e do BCP, ficou sem grandes bancos na área de auditoria, tendo, ainda assim, na sua carteira, o Montepio e o Banco CTT.




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