Agricultura e Pescas Líder da CAP: "Se não houver regadio não há agricultura empresarial"

Líder da CAP: "Se não houver regadio não há agricultura empresarial"

O presidente da CAP, Eduardo Oliveira e Sousa, defende que a agricultura em Portugal, para ter interesse económico, tem que ter regadio.
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Celso Filipe Rosário Lira 13 de maio de 2017 às 21:00

A agricultura em Portugal, para ter interesse económico, tem que ter regadio. "Se não houver regadio não há agricultura empresarial em Portugal" afirma Eduardo Oliveira e Sousa, presidente da CAP (Confederação de Agricultores de Portugal).

 

Eduardo Oliveira e Sousa, que tomou posse a 19 de Abril, substituindo no cargo João Machado, que durante 18 anos liderou a CAP, diz que é preciso fazer uma aposta no armazenamento de água, replicando o modelo do Alqueva.

 

"A seca veio para ficar e ficou" afirma Eduardo Oliveira e Sousa, na Conversa Capital, uma entrevista conjunta entre o Negócios e a Antena 1, que pode ler na íntegra na edição impressa de segunda-feira, 15 de Maio.




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mais votado Anónimo 13.05.2017

Da mesma maneira que se não existir capital, investimento reprodutivo e mercado laboral flexível não existe economia sustentável, rica e desenvolvida.

comentários mais recentes
Conselheiro de Trump 14.05.2017

Este caso assemelha-se a gerigonca:todos somos unanimes de q os impostos deviam baixar.Um estudo diz-nos q portugal e 1 pais de topo nos impostos elevados.Como pode a gerigonca baixa-los se a gamela e compostas por perto de 80 comiloes.O regadio tem agua por medida porque os INCENDIOS tambem bebem.

Anónimo 14.05.2017

Ao contrário da situação nos países ricos e desenvolvidos, o excedentarismo em países atrasados, cheios de pobreza, miséria e subdesenvolvimento, como na África Subsariana, é desprezável, ou um mal necessário, na medida em que como não existe um sistema público de segurança social nem outras estruturas do Estado de Bem-Estar Social, o excedentarismo acaba por cumprir, ainda que parcialmente e de forma muito limitada, as mais fundamentais e estruturantes funções sociais dos Estados de Bem-Estar Social já bem estabelecidos no Primeiro Mundo. No Primeiro Mundo, onde existem condições para criar valor do mais elevado quilate, mesmo com escassez de recursos naturais, o excedentarismo, nas organizações públicas e privadas, é um cancro económico e social que extrai valor do Estado, incluindo o Estado Social, da economia e da sociedade, tendo por isso que ser combatido sem piedade, a par com os flagelos da corrupção política, do compadrio e demais formas de cleptocracia instituída.

Anónimo 14.05.2017

Os salários ou o custo do trabalho em Portugal são mais reduzidos do que noutras economias mais ricas e desenvolvidas do que a portuguesa, mas o que se passa é que as empresas gozam de economias de escala que as empresas portuguesas só atingiriam se se internacionalizassem. E o que é facto é que muito raramente isso acontece porque sindicatos e esquerda não deixam que se reúnam as condições para que tal aconteça. Por outro lado, e não menos importante, há que salientar que o sector empresarial dessas economias mais ricas e desenvolvidas tem uma muito maior alocação de capital com grande incorporação de tecnologia de ponta, económica e eficiente, que poupa enormemente em factor trabalho. Uma coisa é ter 200 assalariados a ganhar 1000 outra é ter 50 a ganhar 2000 para produzir o dobro do que se consegue produzir empregando os primeiros.

Anónimo 14.05.2017

As grandes empresas líderes mundiais nos seus sectores de actividade estão a reduzir o número de colaboradores ao mesmo tempo que produzem cada vez mais e melhor, a preços cada vez mais baixos e com acréscimos de qualidade do produto impressionantes. A General Electric dos EUA é uma dessas muitas empresas. Do ponto de vista do factor trabalho empregue, aquele é cada vez mais especializado e bem treinado, melhor remunerado, em média, do que o factor trabalho anteriormente alocado, mas empregue em muito menor quantidade. "The company has spent $5 billion setting up new U.S. factories in the last five years. As it now adds digital technology to its plants, it needs fewer, and higher skilled, workers than in the past." www.reuters.com/article/us-ge-factory-idUSKBN1880K4

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