Transportes Lisboa ganha rede partilhada com 170 scooters eléctricas

Lisboa ganha rede partilhada com 170 scooters eléctricas

As scooters estão disponíveis em vários pontos da cidade e o aluguer é feito através de aplicação no telemóvel.
Bruno Simão Bruno Simão Bruno Simão Bruno Simão
Bruno Simão - Fotografia
André Cabrita-Mendes 20 de abril de 2017 às 16:20

Foi lançada em Lisboa uma rede partilhada de scooters eléctricas. Os 170 motociclos estão espalhados por diversos pontos da capital e o aluguer é feito através de aplicação no telemóvel.

 

A rede Ecooltra foi lançada em Barcelona em 2016 e conta actualmente com 350 scooters. Lisboa vai ser a primeira cidade para onde a empresa se vai expandir. Seguem-se depois Roma e Madrid.

 

A expansão para Lisboa implicou um investimento de 750 mil euros, disse o fundador e presidente da empresa, o alemão Timo Buetefisch, numa cerimónia de apresentação esta quinta-feira, 20 de Abril. 

 

As scooters estão disponíveis para alugar dentro de uma área que vai de Algés até ao Parque das Nações e do Cais do Sodré até ao Lumiar. No entanto, podem ser utilizadas fora destas áreas, mas têm de ser recolhidas e depois devolvidas num ponto dentro da área anteriormente referida.

 

Na tarifa mais barata, são cobrados 24 cêntimos de euro por minuto pelo aluguer, mas é exigida uma fraquia de 500 euros. Na tarifa mais cara, são cobrados 29 cêntimos por minuto, com a franquia a baixar para 99 euros. Para começarem a andar nas scooters, os utilizadores precisam de ter uma carta de condução de ligeiros. A cobrança é feita via cartão de crédito ou de débito.

 

Em média, cada utilizador usa a scooter durante 15 minutos, com a viagem média a ser de quatro quilómetros. As viagens custam em média 3,60 euros. As scooters estão espalhadas aleatoriamente pela cidade, não existindo docas para as estacionar, como nas redes de bicicletas partilhadas.

 

A Ecooltra é uma subsidiária da Cooltra, uma empresa nascida em Espanha em 2006, que conta com capitais alemães e espanhóis. A rede de aluguer da empresa conta actualmente com 11 mil scooters, duas mil eléctricas, em vários países do Sul da Europa.

 




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comentários mais recentes
É pena não serem carros electricos 23.04.2017

a moda das bicicletas e agora das motos tem que acabar , o carro é superior em tudo 8 não apanha chuva, mais pessoas , filhos á escola etc etc etc) é pena não terem a moda dos carros electricos. de resto já se aluga carros electricos e motas electricas pelo que isto é mais um empreendorismo da treta

Anónimo 20.04.2017

As scooters são italianas, japonesas, francesas ou chinesas? Portuguesas não são certamente que a rigidez, proteccionismo, anacronismo e ineficiência crónica dos paupérrimos e muito distorcidos mercados de factores em Portugal nunca o permitiriam.

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