Banca & Finanças Lucros antes de impostos do Deutsche Bank Portugal afundam quase 80%

Lucros antes de impostos do Deutsche Bank Portugal afundam quase 80%

Os resultados antes de impostos do Deutsche Bank Portugal afundaram 78% em 2017 face ao ano anterior, uma vez que 2016 teve “um resultado extraordinário positivo ao nível das imparidades que não se repetiu em 2017”.
Lucros antes de impostos do Deutsche Bank Portugal afundam quase 80%
reuters
Ana Laranjeiro 15 de fevereiro de 2018 às 12:24

O resultado antes de impostos da unidade portuguesa do Deutsche Bank, no ano passado, foi de 7,3 milhões de euros, refere o banco em comunicado. Este valor representa uma descida de 78% face a 2016, época em que os lucros antes de impostos ascenderam a 33,5 milhões de euros.

 

Em 2016, o Deutsche Bank Portugal teve "um resultado extraordinário positivo ao nível das imparidades que não se repetiu em 2017", o que ajuda a explicar a quebra registada no ano passado.

 

A margem financeira subiu 23% para 19,7 milhões de euros e o produto bancário aumentou 4% no ano passado face aos 12 meses anteriores para 56,9 milhões de euros. Os custos operacionais desceram 6% para 51,7 milhões de euros.

 

"A área de retalho do Deutsche Bank Portugal terminou o exercício de 2017 com os lucros antes de impostos a ascenderem a 15,1 milhões de euros contra 31,4 milhões de euros em 2016, verificando-se, neste caso, a libertação de provisões no último ano respeitantes à actividade de retalho e que resultaram de especificidades decorrentes de critérios regulamentares na contabilização de provisões", refere o comunicado.

 

Bernardo Meyrelles de Souto, Chief Country Officer do Deutsche Bank Portugal, refere, em comunicado, que o exercício do ano passado foi "muito positivo para a operação do Deutsche Bank em Portugal, permitindo consolidar a reestruturação iniciada ainda no final de 2016 no sentido de alinhar a operação ainda mais no segmento Affluent e com foco na atividade de aconselhamento financeiro".

 

"Estes resultados vêm evidenciar também uma operação de retalho mais eficiente, sólida, sustentável e diversificada como se pode verificar pela quota de mercado na distribuição de fundos de investimento internacionais próxima dos 30%, segundo a última publicação do relatório da CMVM", acrescentou.





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mais votado Anónimo Há 1 semana

Não receberam Cocos. Só o contribuinte tuga teve que arcar com os custos de oportunidade inerentes aos mesmos e nem assim tem melhores ou mais baratos serviços bancários.

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Anónimo Há 1 semana

Não receberam Cocos. Só o contribuinte tuga teve que arcar com os custos de oportunidade inerentes aos mesmos e nem assim tem melhores ou mais baratos serviços bancários.