Banca & Finanças Lucros da CGD em Espanha crescem 26% para 12,8 milhões

Lucros da CGD em Espanha crescem 26% para 12,8 milhões

A CGD Espanha sublinha que os seus activos cresceram 4,4%, o volume de negócios 3,3% e os fundos próprios 6%.
Lucros da CGD em Espanha crescem 26% para 12,8 milhões
Miguel Baltazar/Negócios
Lusa 02 de agosto de 2017 às 15:07

A filial em Espanha da Caixa Geral de Depósitos teve lucros de 12,8 milhões de euros no primeiro semestre de 2017, um aumento de 26% em relação ao mesmo período do ano passado, apresentando resultados positivos pelo sétimo semestre consecutivo.

 

Em comunicado de imprensa, a CGD Espanha sublinha que os seus activos cresceram 4,4%, o volume de negócios 3,3% e os fundos próprios 6%.

 

"Os resultados confirmam a boa trajectória da entidade que soma sete semestres consecutivos positivos. O banco cumpre integralmente e supera os objectivos estabelecidos", realça a sucursal do banco português.

 

O resultado antes de impostos foi de 18,2 milhões de euros, um aumento também de 26% em relação ao mesmo período de 2016.

 

O activo total da sucursal cresceu 4,4%, para 5.287 milhões de euros e o volume de negócios foi de 7.403 milhões de euros, um crescimento de 3,3%.

 

Os depósitos dos clientes cresceram 1,4%, para 46 milhões de euros, e o crédito aos clientes 2,7%, para 87 milhões, comparando com o primeiro semestre de 2016.

 

A taxa de crédito malparado era em Junho último de 3,17 (2,75% em Junho de 2016), "um dado claramente inferior à média do sector", segundo a sucursal.

 

A rentabilidade da sucursal medida através do ROE (taxa de retorno sobre o património) subido de 4,39% no primeiro semestre de 2016 para 5,22% no mesmo semestre de 2017.

 

O espanhol Banco Caixa Geral pertence ao grupo português da Caixa Geral de Depósitos e tem em Espanha uma rede comercial de 110 balcões e mais de 500 profissionais.

 




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mais votado Anónimo Há 2 semanas

Foi o primeiro mercado, e único até agora, onde a CGD fez gestão de recursos humanos e despediu excedentários na primeira metade desta década. Em Portugal as organizações estão entregues aos sindicatos e à premissa insalubre dos iníquos e insustentáveis, para não dizer ruinosos ou até mesmo criminosos, direitos adquiridos à prova de forças de mercado que atentam gravemente contra os mais elementares direitos, liberdades e garantias de todos os outros cidadãos.

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Anónimo Há 2 semanas

Sou obrigado a pagar através de comissões, contribuições e impostos o nível de vida passado, actual e futuro de 2200 assalariados da CGD que não são lá precisos para nada. O sindicato deles, o Sindicato Bancário do Sul e Ilhas (SBSI), já analisou os termos oferecidos pela Caixa Geral de Depósitos (CGD) no programa de “Revogações por Mútuo Acordo”, divulgado na última semana de Junho aos trabalhadores do grupo público. E a sentença é negativa: “As condições propostas aos trabalhadores ficam aquém das expectativas.” E agora pergunto eu, quem regula e supervisiona estas criaturas? As do escândalo CGD e de outros escândalos semelhantes. Há muitos casos destes nas organizações portuguesas.

Anónimo Há 2 semanas

Foi o primeiro mercado, e único até agora, onde a CGD fez gestão de recursos humanos e despediu excedentários na primeira metade desta década. Em Portugal as organizações estão entregues aos sindicatos e à premissa insalubre dos iníquos e insustentáveis, para não dizer ruinosos ou até mesmo criminosos, direitos adquiridos à prova de forças de mercado que atentam gravemente contra os mais elementares direitos, liberdades e garantias de todos os outros cidadãos.

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