Comércio Lucros da Unilever crescem mais de 20% no semestre para mais de três mil milhões de euros

Lucros da Unilever crescem mais de 20% no semestre para mais de três mil milhões de euros

O resultado líquido da Unilever cresceu 22,4% nos primeiros seis meses do ano para 3,3 mil milhões de euros.
Lucros da Unilever crescem mais de 20% no semestre para mais de três mil milhões de euros
Bloomberg
Ana Laranjeiro 20 de julho de 2017 às 08:27

A Unilever, dona de marcas como a Dove, Lipton e Skip, viu os seus lucros crescerem mais de 20% nos primeiros seis meses do ano. A empresa, em comunicado, reportou ao mercado um lucro líquido de 3,3 mil milhões de euros, mais 22,4% que no período homólogo do ano anterior.

O volume de negócios da companhia subiu 5,5% no semestre para 27,7 mil milhões de euros, "incluindo o impacto positivo da moeda de 1,7%".  As vendas subjacentes do gigante europeu do agro-alimentar cresceram 3%. E a margem operacional subjacente ficou nos 17,5%, mais 310 pontos base, revelou a companhia em comunicado.


"Os nossos resultados no primeiro semestre mostram a continuação do crescimento à frente dos nossos mercados e um aumento substancial da nossa rentabilidade apesar do ambiente persistente de volatilidade no comércio mundial", avança o CEO da Unilever, Paul Polman, em comunicado.


"As acções que estamos a tomar colocam-nos no caminho para outro ano de crescimento das vendas à frente do nosso mercado, num intervalo de 3 - 5%. Antecipamos uma aceleração do crescimento no segundo semestre do ano impulsionado pelos nossos planos de inovação e por um aumento do investimento na marca e em marketing", acrescentou.

 




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mais votado Anónimo Há 3 dias

Reestruturaram a empresa de forma inteligente e célere, reduzindo o número de colaboradores não necessários em 20 mil unidades na década de 2000. Fazem gestão de recursos humanos assente nos princípios lean e investem em bens de capital de modo a elevarem a produtividade, a competitividade e a eficiência na empresa. Primeiro Mundo... "Unilever to cut 20,000 jobs in next four years" abcnews.go.com/Business/story?id=3442809&page=1

comentários mais recentes
Anónimo Há 3 dias

Quando é preciso que instituições internacionais obriguem as organizações do nosso país a fazer uma correcta gestão de recursos humanos que leve a reestruturações com adequado e natural recurso aos despedimentos que estavam por fazer há uma série de anos, percebemos as causas da crise portuguesa. Vejam-se os casos da administração pública e da CGD por exemplo.

Anónimo Há 3 dias

O Jornal de Negócios devia elaborar sobre as transformações que economias mais desenvolvidas estão a viver há muito, criando assim as condições para se distanciarem ainda mais de economias capturadas pelos oligopólios, o sindicalismo e o neoludismo como a portuguesa e grega. Economias suicidas com mentalidades anti-mercado e anti-capital primárias, básicas mesmo, para não dizer lerdas.

Anónimo Há 3 dias

Reestruturaram a empresa de forma inteligente e célere, reduzindo o número de colaboradores não necessários em 20 mil unidades na década de 2000. Fazem gestão de recursos humanos assente nos princípios lean e investem em bens de capital de modo a elevarem a produtividade, a competitividade e a eficiência na empresa. Primeiro Mundo... "Unilever to cut 20,000 jobs in next four years" abcnews.go.com/Business/story?id=3442809&page=1

Anónimo Há 3 dias

O Jornal de Negócios, enquanto órgão de informação económica com notabilidade a nível nacional, que insista na pedagogia e no esclarecimento cabal em relação ás inevitáveis transformações urgentes que se impõem nas economias mais avançadas, às quais a portuguesa, por mais capturada e mal orientada que se afigure, não estará imune se quiser permanecer no chamado Primeiro Mundo. Na Holanda as organizações não dão guarida ao excedentarismo sindicalizado de carreira que atrasa o mais económico e eficiente progresso tecnológico, obstaculiza a justiça social, impede a sustentabilidade do Estado e enfraquece a economia por via do entorpecimento do empreendedorismo, do investimento reprodutivo e da capacidade de inovação. "Fewer people and more technology – that is the plan just announced by ING. The largest financial services company in the Netherlands is getting rid of 7,000 positions." http://www.euronews.com/2016/10/03/netherlands-bank-ing-to-cut-7000-jobs-in-digital-quest

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