Banca & Finanças Lucros do Bank of America aumentam 40% no primeiro trimestre

Lucros do Bank of America aumentam 40% no primeiro trimestre

A instituição norte-americana viu as suas receitas aumentarem 7% para 22,2 mil milhões de dólares, enquanto os gastos cresceram menos de 1% para 14,8 mil milhões.
Lucros do Bank of America aumentam 40% no primeiro trimestre
Rita Faria 18 de abril de 2017 às 12:55

O Bank of America fechou o primeiro trimestre deste ano com lucros de 4,86 mil milhões de dólares (cerca de 4,57 mil milhões de euros), ou 41 cêntimos por acção, o que representa uma subida de 40% face ao mesmo período do ano passado.

O resultado líquido da instituição norte-americana superou as estimativas dos analistas consultados pela Bloomberg, que apontavam para lucros de 35 cêntimos por acção.

Neste período, as receitas totais do Bank of America aumentaram 7% para 22,2 mil milhões de dólares, enquanto os gastos cresceram menos de 1% para 14,8 mil milhões.

Os lucros da divisão de mercados globais, que engloba as unidades de negociação do banco, cresceram 33% para 1,3 mil milhões de dólares e as receitas da banca de investimento subiram 37% para 1,58 mil milhões de dólares, o que compara com as projecções dos analistas de 1,41 mil milhões.

"A nossa abordagem de crescimento responsável apresentou fortes resultados novamente neste trimestre", afirmou o CEO Brian Moynihan num comunicado citado pela CNBC. "Os gastos dos consumidores aumentaram, o nosso negócio de gestão de fortunas teve fortes fluxos de gestão de activos, as taxas na banca de investimento recuperaram muito bem e continuamos a fornecer crédito e capital aos nossos clientes corporativos e institucionais para os ajudar a impulsionar a economia".

"A economia norte-americana continua a demonstrar confiança por parte dos consumidores e das empresas, e os nossos resultados reflectem isso", acrescentou.

Antes da abertura da sessão ("pre-market") as acções do Bank of America sobem 2,10% para 22,81 dólares. Os títulos acumulam uma valorização superior a 34% desde a vitória de Donald Trump nas eleições de 8 de Novembro, animados pelas promessas do líder da Casa Branca de cortar na regulamentação, aumentar os gastos e reduzir os impostos.




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