Banca & Finanças Lucros do Wells Fargo caem 0,6% no primeiro trimestre com aumento dos custos

Lucros do Wells Fargo caem 0,6% no primeiro trimestre com aumento dos custos

O terceiro maior banco americano em activos apresentou resultados referentes aos primeiros três meses do ano, com os lucros a recuarem menos de 1% face ao período homólogo. Quebra das receitas e aumento dos custos explicam variação negativa.
Lucros do Wells Fargo caem 0,6% no primeiro trimestre com aumento dos custos
Scott Eells/Bloomberg
Negócios 13 de abril de 2017 às 14:12

O banco americano Wells Fargo apresentou esta quinta-feira, 13 de Abril, os resultados financeiros referentes ao primeiro trimestre deste ano, com a instituição a obter lucros de 5,46 mil milhões de dólares, ou de 1 dólar por acção, o que representa uma ligeira quebra de 0,6% comparativamente com igual período de 2016.

 

Nos primeiros três meses do ano passado, o terceiro maior banco em activos dos Estados Unidos alcançou um resultado líquido de 99 cêntimos de dólar por acção.

 

Esta variação ligeiramente negativa deveu-se à redução das receitas e ao aumento dos custos. As receitas  caíram 0,9% para 22 mil milhões de dólares, abaixo das previsão dos analistas consultados pela Bloomberg que antecipavam receitas de 22,3 mil milhões de dólares.

 

Também as receitas hipotecárias recuaram para 1,23 mil milhões de dólares, aquém da estimativa média de quatro analistas consultados por aquela agência noticiosa que previam 1,25 mil milhões de dólares.

 

O Wells Fargo atravessa um período conturbado, estando sob investigação das entidades reguladoras norte-americanas depois de uma investigação iniciada em Setembro último ter descoberto que alguns funcionários da instituição haviam aberto cerca de 2 milhões de contas sem o conhecimento dos clientes em causa.

 




A sua opinião0
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
pub