Aviação Lufthansa alarga Verão português com mais 27 voos por semana

Lufthansa alarga Verão português com mais 27 voos por semana

A época alta de 2018 vai ter mais dois meses no calendário da companhia aérea para Portugal. O grupo já transportou este ano mais de dois milhões de passageiros de e para aeroportos portugueses, um novo máximo histórico.
Lufthansa alarga Verão português com mais 27 voos por semana
reuters
António Larguesa 21 de novembro de 2017 às 12:04

A Lufthansa decidiu alargar em dois meses o calendário de Verão de 2018 no Porto e em Lisboa, o que vai significar mais 27 voos por semana em relação aos verificados este ano e um aumento de capacidade de cerca de 8% nos voos de e para Frankfurt e Munique.

 

No próximo ano, a época alta da companhia nos dois principais aeroportos portugueses começa logo no início de Março e termina apenas no final de Novembro, ou seja, inicia um mês mais cedo e acaba um mês mais tarde. A fórmula está neste momento a ser testada pela empresa alemã, que em Novembro ainda está a praticar os horários mais frequentes.

 

Para este período em 2018, a empresa de origem germânica já tem planeados um total de 396 voos semanais para o país em todas as rotas do grupo. Além do bom tempo, que evidenciou esta manhã ao apontar para o céu azul no Porto, o director da Lufthansa para Portugal, Patrick Borg Hedley, justificou esta opção com o facto de "toda a capacidade adicional injectada este ano" no mercado português estar a ser vendida a bom ritmo.

 

Num encontro com jornalistas realizado esta terça-feira, 21 de Novembro, o homem que há um ano passou a liderar esta operação a partir de Lisboa, referiu que o grupo Lufthansa, que abrange também a Swiss, a Brussels Airlines ou a Austrian Airlines, já transportou este ano mais de dois milhões de passageiros com origem ou destino em Portugal. Desse total, mais de 600 mil passaram pelo aeroporto do Porto, pormenorizou o gestor, nascido em Malta há 42 anos.

Este valor, que deve chegar aos 2,2 milhões até ao final de 2017, já representa um novo recorde para o grupo, quebrando assim o anterior máximo, obtido no ano passado, de 1,6 milhões de pessoas. Em 2016, a taxa de ocupação nos voos destas companhias aéreas de e para o Porto, Lisboa, Faro e Funchal rondou os 85%. Patrick Borg Hedley garantiu, sem detalhar, que este ano "[está] acima disso".

Atenção à Madeira e Porto - Sion pelo Natal

Sem novas rotas ou reforço de frequências nos voos da Lufthansa para os aeroportos Francisco Sá Carneiro e Humberto Delgado – onde apenas será aumentado o número de lugares através do uso de aviões maiores e de ligações pelo efeito do prolongamento do Verão –, a maior novidade será a abertura de uma ligação semanal entre a Madeira e Munique, que acrescenta ao voo que passou a ligar a ilha portuguesa e Frankfurt em Outubro de 2016.

 

Outro dado novo referente ao grupo germânico, este através da Brussels Airlines, diz também respeito à actividade no Aeroporto Internacional Cristiano Ronaldo. É que a companhia comprada pela Lufthansa em Dezembro do ano passado vai manter este Inverno (que arranca então oficialmente no próximo mês e se prolonga só até ao final de Fevereiro) o voo semanal entre a Madeira e Bruxelas, que começou a ser operado este Verão.

 

Outra novidade do grupo para as próximas semanas prende-se com a Swiss, que opera nos quatro principais aeroportos portugueses, com serviços para Zurique (34 voos por semana) e para Geneva (18 por semana). Para transportar os emigrantes na época do Natal e passagem de ano e também os portugueses que fazem férias de esqui, explicou o "country manager", Patrick Borg Hedley, a companhia aérea vai fazer voos de ida e volta nos próximos dias 23 de Dezembro e 6 de Janeiro entre o Porto e Sion, na Suíça.

 

Com uma equipa de gestão local que inclui actualmente sete pessoas em Lisboa e duas no Porto, o grupo Lufthansa emprega mais de 200 pessoas em Portugal, sobretudo através do centro de serviços da Lufthansa Ground Services Portugal (LGSP), instalada no Porto desde Maio de 2011, que no ano passado anunciou um ambicioso plano de investimento e de expansão.

 

Administrada por Paulo Geisler, esta empresa pertencente ao grupo Deutsche Lufthansa AG foi criada para fornecer serviços de "handling" em aeroportos, incluindo administração, supervisão de rampa e emissão de bilhetes. Actualmente, além de assistir as várias companhias do grupo nos aeroportos portugueses, também presta outros serviços para todo o mundo a partir da cidade Invicta.

(Notícia actualizada às 12:45 com mais novidades sobre as novas ligações aéreas)




A sua opinião3
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
mais votado Anónimo Há 2 semanas

Os lençóis já estão lavados, engomados e à espera que esses traseiros todos se poisem sobre as camas. Não é à toa que o desemprego está em mínimos em tugal.

comentários mais recentes
Mr.Tuga Há 2 semanas

FOD**se!

Desviem essa bosta para a Somália!!! Já enoja de turistas de meia branca e chinelo... Só gajada dos bairros socias que só sabe bUber e cag+ar....

Anónimo Há 2 semanas

O turismo está a disparar em muitas regiões do mundo. É um fenómeno mundial. A economia não é feita apenas do sector turístico, e o importante aqui é saber que outros sectores podem criar valor de modo sustentável na economia para além do turismo que tem crescido um pouco por toda a parte de forma considerável por causa de novas tendências, gostos, hábitos, preferências, expectativas e necessidades dos agentes económicos que compõem o mercado turístico. É que as modas no turismo também acabam de um dia para o outro e mudam-se para outro lado. E no fim? O que fica disso? Que valor pode criar Portugal sem tanto turismo no futuro?

Anónimo Há 2 semanas

Os lençóis já estão lavados, engomados e à espera que esses traseiros todos se poisem sobre as camas. Não é à toa que o desemprego está em mínimos em tugal.

pub